sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

AIRV desenvolve Programa QI - PME

A AIRV – Associação Empresarial da Região de Viseu foi uma das entidades seleccionadas para desenvolver o Programa de formação-acção QI – PME Centro, lançado pelo CEC – Conselho Empresarial do Centro.

O Programa visa: - A melhoria dos processos das micro, pequenas e médias empresas e o reforço das competências dos seus quadros; - A promoção da formação orientada para o apoio ao desenvolvimento organizacional; - A promoção do desenvolvimento processos das micro, pequenas e médias empresas, através do desenvolvimento de acções que promovam a optimização das metodologias e processos de modernização e inovação ao nível da gestão.


A metodologia do QI – PME Centro combina momentos de intervenção-acção na empresa, com o desenvolvimento de um Diagnóstico Organizacional, obtido através de um instrumento de benchmarking e de um balanço de competências organizacional e da implementação de um Plano de Acção, com sessões de formação temáticas articuladas para os momentos de consultoria, dirigida a empresários, gestores ou quadros e, paralelamente, com acções de formação, inter e intra, para os colaboradores das empresas participantes.


O Programa compreende 170 horas de consultoria distribuídas da seguinte forma: - 70 horas para a elaboração do Diagnóstico Organizacional e Elaboração do Plano de Acção; - 80 horas para a implementação do Plano de Acção e execução dos Planos de Formação e Consultoria; - 20 horas para a avaliação e redefinição dos Planos de Acção.


Adicionalmente integra uma componente de formação que inclui: - 28 horas de seminários (imersão, diagnóstico e encerramento); - 48 horas de seminários temáticos (Gestão Estratégica, Gestão da Inovação, Gestão Comercial, Gestão de Recursos Humanos); - 50 horas de formação dirigida a colaboradores das empresas participantes. Estas acções de formação poderão conduzir a processos de reconhecimento e validação de competências junto dos Centros de Novas Oportunidades.


A participação no Programa QI – PME Centro é totalmente gratuita e decorrerá durante o ano de 2009, estando a AIRV a nesta altura a seleccionar 25 empresas.

finta 2008 - 14º Festival

ACERT | FINTA' 08

Festival Internacional do Teatro Acert

16 de dezembro - 53º Aniversário



Cine Clube de Viseu festeja 53 Anos


a 16 de Dez



Há 53 anos, por esta altura, estava em organização, em Viseu, um novo cineclube.




A ideia terá partido de uma provocação feita por Júlio Sacadura, do Clube de Cinema de Coimbra, a um grupo de amigos que se reunia numa tertúlia cultural no, entretanto, desaparecido café Bijou, sito na rua Formosa, em Viseu.
Rapidamente se constituiria uma comissão organizadora composta, entre outros, por Alfredo Rodrigues de Almeida, Carlos Ferreira da Silva, Humberto Liz, Leal Loureiro e Luís Oliveira Martins, para se criar o novo clube de cinema. Na imagem ao lado, reproduz-se o pequeno anúncio publicado no jornal Política Nova, a 1 de Outubro de 1955, dando conta dos locais onde se aceitavam inscrições para o cineclube em organização. Como, infelizmente, não conseguimos cumprir a promessa de escrever um artigo para revista Argumento, sobre os primeiros anos deste cineclube, associamo-nos desta forma às comemorações do aniversário do Cine-Clube de Viseu (aproveitando desde já a ocasião para agradecer publicamente a colaboração que a sua direcção e, muito particularmente, Rodrigo Francisco e o sr. Humberto Liz prestaram às nossas investigações), reproduzindo, de seguida, a circular que os potenciais interessados em tornar-se sócios do Cine-Clube de Viseu encontrariam nesses locais.


Cine Clube de Viseu


9 Dez
CORRENTE


de Rodrigo Areias / Portugal, 2008, 15’ Cópia em 35mm, P&B
Na sessão estarão presentes o realizador e a actriz Inês Mariana Moitas.

16 Dez
CRISTÓVÃO COLOMBO, O ENIGMA


de Manoel de Oliveira / Portugal, França, 2007, 75’

Cristóvão Colombo não é um filme científico ou histórico, nem aborda exactamente a biografia mas ficciona com tons de romance, sugerindo a grandiosa aventura dos Grandes Descobrimentos.
© Manoel de Oliveira Festival de Veneza 2007 Prémio da Crítica Independente Festival de Cannes 2008 Palma de Ouro pelo conjunto da carreira

Tiatro Viriato

13 Dez



La Edad de OroIsrael Galván

Despojado dos lugares comuns do baile espanhol de contornos folclóricos, Israel Galván é o novo fôlego do flamenco.


Com um estilo muito pessoal e atípico, o intérprete que reinventou o flamenco já passou pelo Tanztheater de Pina Bausch, Festival Montpellier-danse, Tanzhaus in Düsseldorf, Bienal de Arte Contemporâneo de São Paulo e o Teatro Mercats de Les Flors em Barcelona.


Em 2005, o Ministério da Cultura espanhol atribuiu a Israel Galván o Prémio Nacional de Dança, na secção Criação, precisamente, pela sua capacidade de gerar no flamenco uma nova criatividade, sem esquecer as suas raízes tradicionais.


Em La Edad de Oro, o intérprete é acompanhado por dois músicos de grande qualidade, numa homenagem à nostalgia da idade de ouro.

Interpretação: Israel Galván (dança), Fernando Terremoto (canto) e Alfredo Lagos (Guitarra)
sáb 21h30 90 min. aprox.
Preços: C (10€ a 20€) / Preço Jovem 5€m/12 anos
Espaço Criança disponível



05 e 06 Dez



Filmes da Terra do Pai Natal


Fruto de uma parceria entre o Space Ensemble e o Finnish Film Foundation (Fundação responsável pela promoção dos filmes finlandeses), os Filmes da Terra do Pai Natal são acompanhados por uma banda sonora original, criada pelo Space Ensemble e interpretada ao vivo.


Entre as películas a musicar, ao vivo, estão curtas metragens do realizador Heikki Prepula (histórias do Kanguru e algumas fábulas) e episódios dos filmes Tootletubs & Jyro, uma série acerca de dois insectos excêntricos que se cruzam acidentalmente, tornam-se amigos e acabam por viver estranhas aventuras enquanto procuram comida ou inventam novas maneiras de utilizar os objectos abandonados pelos seres humanos.


Premiadas internacionalmente, as histórias de Tootletubs e Jyro, dos realizadores Ismo Virtanen e Mariko Härkönen abordam temas como o respeito pelo ambiente e por todas as criaturas.


O colectivo Space Ensemble é formado por seis músicos que interpretam diversos instrumentos, alguns deles pouco convencionais: Theremin, bateria, piano, saxofone, Harpa, flauta, AirFx, sequenciadores, samples, Djset, contra-baixo, ContraTear, Mesa, Serrote, balão, guitarra, clarinete.


Filme concerto pelo Space Ensemble Duração 50 min.
sex 10h30 e às 15h30 Público-alvo: Pré-escolar (a partir dos 4 anos) Preço 2,5€
sáb 16h00 Público-alvo Famílias Preço: A (5€ a 10€) / Jovem 5€

carta ao Presidente


Exmo. senhor presidente da Câmara Municipal de Viseu

Leio no jornal Via Rápida, de Viseu, (30/10/2008), uma notícia com origem num comunicado da Câmara [de Viseu] sobre as rotundas existentes nos Estados Unidos e em França à semelhança das existentes em Viseu.

Permita-me enviar-lhe a seguir a sugestão de uma pequena melhoria que, com um custo mínimo, pode facilitar os deslocamentos em Viseu, sobretudo de quem vem de fora, e dar às rotundas da cidade um carácter pioneiro que surpreenda agradavelmente quem pela primeira vez a visite.

Sugiro que:

1- A Câmara divulgue planos turísticos da cidade com as rotundas numeradas.

2- O número de cada rotunda seja inscrito no centro dos discos azuis dos sinais de trânsito que indicam a rotunda e, eventualmente, evidenciado de outros modos.

3- Nas setas que indicam aos automobilistas os destinos das diferentes saídas da rotunda, sejam indicados os números das rotundas vizinhas.

Quem venha de fora com um mapa com as rotundas numeradas, ao chegar à primeira rotunda, saberá, imediatamente, onde está, e poderá, depois, escolher e seguir o trajecto mais conveniente para, de rotunda em rotunda, chegar às imediações do seu destino.

Sentir-me-ei muito satisfeito (e perderei menos tempo à procura do caminho) quando um dia chegar a Viseu (ou a qualquer outra cidade portuguesa) e vir as rotundas numeradas.

Conto com a sua iniciativa como presidente da Câmara de Viseu e com a sua influência como presidente da Associação Nacional de Municípios para que tal venha a suceder.

António BrotasProfessor Catedrátrico
ed. 351, 05 de Dezembro de 2008´

in Jornal do Centro

João Gonçalves

«Já vi que sozinho não consigo nada»

- Greve de fome terminou -


O presidente da delegação de Viseu da Associação de Deficientes das Forças Armadas terminou hoje a greve de fome que mantinha há seis dias, com o objectivo de exigir a reposição dos direitos dos ex-combatentes.


Por volta do meio-dia de hoje, o presidente da delegação de Viseu da Associação de Deficientes das Forças Armadas (ADFA), João Gonçalves, decidiu «dar ouvidos aos muitos pedidos que foram chegando para suspender a greve de fome».


«Encontro-me num estado muito debilitado e a minha família já estava muito preocupada», acrescentou.


João Gonçalves, presidente da delegação de Viseu ADFA, decidiu fazer greve de fome em protesto contra os cortes nos direitos à saúde e na actualização de pensões, previstos no Orçamento de Estado para 2009.


Apesar de «não ter conseguido atingir o objectivo de repor os direitos dos ex-combatentes», João Gonçalves decidiu terminar a greve de fome que mantinha há seis dias.


«Já vi que sozinho não consigo nada», lamentou.


Na sua decisão, pesou «a insistência do deputado do PSD na Assembleia da República, Almeida Henriques, que prometeu lutar pelos direitos dos ex-combatentes».


«Não descansou enquanto não me levou a comer uma sopa», referiu.


O ex-combatente sublinhou que ao longo dos seis dias em que ingeriu «apenas água», recebeu «o apoio de muita gente».


«Recebi um telefonema do autarca de Viseu, a visita do autarca de Mangualde, da direcção nacional da Associação de Deficientes das Forças Armadas e ainda representantes do CDS/PP, Bloco de Esquerda, PCP e PSD. Só do PS é que não», alegou.


João Gonçalves manifestou «a vontade de ainda vir a conversar com representantes do PS».
«Gostava muito de lhes poder apresentar as nossas razões, já que mexem com direitos que deviam ser garantidos», afirmou.


O presidente da delegação de Viseu ADFA vincou que «a luta é para continuar, mas agora de outra forma».


«Vamos continuar a insistir e a denunciar os casos graves e de miséria por que passam ex-combatentes e seus familiares», sustentou.


Diário Digital / Lusa


quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Mais (ou menos) Educação

Dois mil alunos protestam em Viseu, estudantes falam de uso de gás pimenta


Quase dois mil alunos das três secundárias de Viseu concentraram-se hoje no Rossio, frente à Câmara Municipal, num protesto que incluiu arremesso de ovos, bolos e maçãs e, segundo estudantes, a utilização de gás pimenta.

Os estudantes fecharam a cadeado as escolas secundárias Emídio Navarro, Alves Martins e Viriato. Segundo fonte policial, na cidade foi ainda fechada a cadeado a Escola EB 2,3 Infante D. Henrique.

Segundo Maria Isabel Quaresma, da Associação de Estudantes da Secundária Alves Martins, quando "a PSP de Viseu foi retirar os cadeados à Alves Martins, foi lançado gás pimenta".

"Muitos alunos ficaram a tossir e tiveram de recuar", alegou.

Também Raquel Silva, aluna da Secundária Alves Martins, refere que "foi atirado gás pimenta. O ar estava irrespirável".

"Senti uma impressão na garganta e os olhos a arder", sustentou.

O comandante da PSP de Viseu, Victor Rodrigues, garantiu por seu lado que os cadeados foram retirados nas quatro escolas "sem incidentes de maior". "Se foi atirado gás pimenta, não foi pelos nossos agentes", afirmou.

O mesmo agente contou ainda que "os alunos atiraram maçãs e bolos aos agentes. Alguns até ficaram com a farda suja".

Depois da manifestação no Rossio, os alunos seguiram para o Governo Civil, para entregar uma moção.

À entrada desta instituição, alguns alunos lançaram ovos contra os agentes da PSP, acabando por acertar também em alguns jornalistas.

O presidente da Associação de Estudantes da Escola Secundária Alves Martins, Guilherme Almeida, disse aos jornalistas que "o governador civil de Viseu ficou de entregar a moção à ministra da Educação".

Nesta ocasião, aproveitou ainda para "pedir desculpas pelos casos isolados que aconteceram e que as associações de estudantes não conseguiram controlar".

Gritando "os alunos unidos jamais serão vencidos", os estudantes das três secundárias da cidade de Viseu estiveram à porta da Câmara Municipal, "para que o presidente da Autarquia pudesse levar o recado à ministra da Educação".

"Logo cedo fechámos a escola e viemos para o Rossio mesmo antes que fossem retirados os cadeados", explicou Filipa Pereira, vice-presidente da assembleia-geral da Associação de Estudantes da Escola Secundária Viriato.

Os alunos da Secundária Viriato acabaram por passar pela Secundária Emídio Navarro, para chamar os colegas e rumarem para o Rossio, onde depois se lhes juntaram os estudantes da Alves Martins.

Pedro Sá, representante dos alunos no conselho pedagógico da Emídio Navarro, explicou que os protestos "são acima de tudo contra as incoerências do Estatuto do Aluno".

Uma opinião partilhada por Maria Isabel Quaresma, da Associação de Estudantes da Secundária Alves Martins, que exige também que "seja concedida uma educação gratuita, que é impensável enquanto os livros escolares custam 30 euros!".

"Também dizemos não às aulas de substituição", referiu ainda.

fonte: Lusa in "Jornal de Notícias"

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

E o Vinho (é) Dão?!

QUINTA MENDES PEREIRA, a arte do vinho pelas mãos de uma mulher


Raquel Mendes Pereira, filha de pai português, mas nascida em S. Paulo, Brasil, trás no coração as raízes portuguesas, as mesmas que fizeram com que agarrasse o legado do seu pai: a Quinta Mendes Pereira e nela se tornasse uma Produtora por excelência do Vinho do Dão.

A Quinta Mendes Pereira, também conhecida como Quinta da Sobreira, situa-se junto a Oliveira do Conde, em plena região do Dão, a dois quilómetros do Rio Mondego e a seis quilómetros do Rio Dão... exactamente no coração da Lusitânia.

Toda a cultura de videiras está plantada em suaves encostas, com ligeira inclinação a sul (sol predominante), num solo profundo de 20 metros até 30 metros, em boa mistura de terra arenosa com argila, seco à superfície como mandam as regras da boa vinha, e riquíssimo em água na transição para o subsolo.

A quinta possui um lago com um hectare de extensão, que assegura continuamente a riqueza de água do solo de profundidade.

Após 1996, e ao longo de sete anos, as videiras foram parcialmente renovadas de forma a garantir a homogeneidade da produção e de acordo com as castas tintas seleccionadas TOURIGA NACIONAL, TINTA RORIZ e ALFROCHEIRO e a branca ENCRUZADO.

Em 2004, 2005, 2006, 2007 e 2008, a produção de Vinho Tinto seleccionada da Quinta Mendes Pereira dos respectivos anos anteriores foi distinguida com seis MEDALHAS DE PRATA no concurso “Os Melhores Vinhos Tintos no Produtor” organizado pela Comissão Vitivinícola da Região do Dão, tornando-se desde logo uma forte referência entre os vinhos de Quinta artesanais produzidos nesta região demarcada.

A Quinta Mendes Pereira orgulha-se em proporcionar aos verdadeiros apreciadores vinhos tinto que apresentam acentuados aromas a frutos vermelhos maduros e uma coloração rubi intensa.

Na boca apresentam uma estrutura corpórea de intensos taninos redondos e prolongados. Os brancos e os rosés são notavelmente frescos e frutados, demonstrando um exemplar equilíbrio da acidez.

A rolha apresenta a identificação da marca e é feita de finíssima cortiça para garantir um período sem degradação tão extenso quanto o consumidor do vinho desejar guardar e "envelhecer" esta colheita preciosa. (rolha de qualidade Superior, calibre 45x26).

Os vinhos Quinta Mendes Pereira Tinto apresentam-se numa garrafa tipo “Borgonha”, mantendo a tradição da região demarcada do Dão, com uma coloração verde escura acastanhada, de forma a manter todas a características do vinho existentes no momento do engarrafamento. O gargalo é alto, exagerando a elegância da forma da garrafa e facilitando o servir do vinho a partir da própria garrafa. (modelo Borgonha classe 75 Antique).


OS PRÉMIOS:

Quinta Mendes Pereira 2003 Tinto - Medalha de Prata (últimas caixas)
Quinta Mendes Pereira 2003 Tinto Garrafeira - Medalha de Prata

Alucci Alucci - 2003 Tinto Medalha de Prata - Apenas para o mercado Brasileiro (reservado)

Quinta Mendes Pereira 2004 Tinto - Selecção Especial

Quinta Mendes Pereira 2004 Tinto Garrafeira - Medalha de Prata

Quinta Mendes Pereira 2005 Tinto Reserva Touriga Nacional - Medalha de Prata

Quinta Mendes Pereira 2005 Branco - Selecção Especial

Quinta Mendes Pereira 2007 Branco - Selecção Especial

Quinta Mendes Pereira 2007 Rosé Touriga Nacional - Selecção Especial

outras greves... mas de fome

Presidente da Associação de Deficientes das
Forças Armadas em greve de fome há 4 dias



Nos últimos quatro dias, o presidente da delegação de Viseu da Associação de Deficientes das Forças Armadas (ADFA), João Gonçalves, tem «ingerido apenas água» o que faz com que já se sinta «um pouco debilitado».

No entanto, alega que é «muito forte» e que já em 1971 esteve «30 dias sem comer, depois de ferido na guerra, em Moçambique». «Por isso, esta greve de fome é para ser levada até ao fim: o que estou a pedir não é nenhuma regalia, mas um direito!», salientou.
João Gonçalves, presidente da delegação de Viseu ADFA, decidiu fazer greve de fome em protesto contra os cortes nos direitos à saúde e na actualização de pensões, previstos no Orçamento de Estado para 2009.
O ex-combatente lamenta que os associados tenham que se deslocar ao Hospital Militar de Lisboa ou Porto para terem assistência médica gratuita. «Coimbra já só tem regime de consultas e até isso vai fechar», queixou-se, frisando que «o centro do país também é Portugal».
A associação a que preside representa mais de 800 associados e «é com muito desgosto» que a maior parte das vezes não sabe «como lhes dar apoio». «A triste realidade é que enquanto precisam de nós, temos tudo. Quando já não precisam, somos lixo», sublinhou.
A ADFA viu sexta-feira frustradas as suas expectativas na votação de duas propostas de alteração ao OE de 2009, apresentadas pelo CDS-PP, que defendiam a reposição da assistência médica por completo e a actualização das pensões indexada ao salário mínimo nacional, que foram chumbadas pela maioria socialista.
No domingo, o presidente da Associação de Deficientes das Forças Armadas (ADFA), José Arruda, deslocou-se a Viseu para prestar solidariedade e levar a João Gonçalves a garantia de que vão continuar a lutar pela defesa dos seus direitos.
Também na segunda-feira o líder do CDS/PP em Viseu, Hélder Amaral, visitou João Gonçalves. «Foi dos piores momentos por que passei enquanto político. Sinto-me triste e revoltado por o país não respeitar quem deu um grande contributo para a sua história», referiu. Hélder Amaral alega que está consciente que o país atravessa sérias dificuldades, no entanto, defende que «os sacrifícios não devem ser pedidos a quem já fez muito por Portugal, mas às novas gerações». «Aos ex-combatentes deveria dar-se tudo o que merecem para terem uma vida digna», acrescentou. O deputado do CDS/PP na Assembleia da República referiu que estão «à espera que o PS perceba o erro que cometeu e que dê um sinal de abertura».
O presidente da delegação de Viseu ADFA informou ainda que durante a tarde de hoje receberá a visita de uma comitiva do PCP.



fonte: Lusa / SOL

mais greves...


Secundária Alves Martins, em Viseu, adere à greve


Segundo informou a Associação de Estudantes da Alves Martins, amanhã, quinta-feira dia 4, a Escola Secundária Alves Martins, em Viseu, vai aderir à greve nacional de alunos do ensino básico e secundário, convocada pela Delegação Nacional de Associações de Estudantes do Ensino Secundário e Básico.


O liceu de Viseu está a organizar uma concentração de alunos, às 10 horas, no Rossio. As escolas secundárias do Concelho serão fechadas a cadeado durante a mesma madrugada.


Os motivos principais para a realização da greve são a falta de gabinetes de planeamento familiar nas escolas, a necessidade de melhorar o acompanhamento de acção psicológica desde o primeiro ciclo, mais uma vez a rejeição às aulas de substituição, o excesso de carga horária no 3º ciclo e 10º e 11º ano, e a necessidade de se criar uma educação gratuita e acessível a todos.


Caso estejam interessados em comparecer, haverá alunos da Associação de Estudantes do Liceu que poderão prestar esclarecimentos.


Outras escolas da cidade poderão também estar presentes no local da manifestação.

GREVE NA EDUCAÇÃO

in correio da beira serra

"Maior greve de sempre, com 95% de adesão"


por: Denisa Sousa, Luís Martins, Luís Oliveira, Helena Silva, Teixeira Correia, Teresa Cardoso e Tiago Rodrigues Alves in "Jornal de Notícias"


(Em actualização) - O "Jornal de Notícias" está “em directo” em várias escolas do país. Os dados apurados até ao momento permitem situar acima dos 80% a adesão à greve dos professores. Os sindicatos falam já em 95%. Nos vários distritos acompanhados, a situação é calma, não há manifestações de apoio ou repúdio, apenas o gáudio de muitos alunos com a confirmação de “um feriado” há muito anunciado.

Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof, estima que os números da greve rondem os 95% de adesão. "É um orgulho representar os professores. Podemos já dizer que é a maior greve de sempre", disse, considerando “caricato e absurdo” o argumento do Governo de que a maioria das escolas está aberta.
O Secretário-Geral da Fenprof recusa a acusação de se negarem a negociar. “Queremos uma negociação aberta, não queremos é estar sujeitos à negociação do Governo”, disse Mário Nogueira, em declarações à SIC notícias.


Braga ronda os 95% de adesão
No concelho de Braga, a adesão à greve ultrapassa os 95% e em várias escolas só apareceram ao serviço um ou dois professores. Os estabelecimentos de ensino têm as portas abertas e os serviços mínimos a funcionar, mas por todo o concelho poucas foram as aulas dadas, da parte da manhã. Excepção feita ao Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, onde apareceram quase todos os professores.
Na EB 2,3 Carlos Amarante, apareceram dois docentes, enquanto na Alberto Sampaio alguns professores, sobretudo os mais jovens, apareceram para leccionar mas para um número reduzido de alunos. Nesta escola, os elementos do Conselho Executivo também fizeram greve. No Liceu D. Maria II, o presidente do Conselho Executivo, Vasco Grilo, contabilizou 90% de professores faltosos.
Na EB 2,3 de Lamaçães, com 1500 alunos, só se apresentou um professor de espanhol, numa adesão massiva que deixou os pais com a vida mais complicada. “Compreendo a luta, mas tenho três filhos e não tenho onde os deixar. Vou faltar hoje ao trabalho”, disse ao JN uma mãe que se deslocou à escola para ver se havia aulas.
Parretas, Nogueira, Maximinos, Palmeira ou Nogueira são alguns dos locais onde também não houve aulas nos vários estabelecimentos escolares. Mesmo com o peso da greve em curso, o Conservatório Calouste Gulbenkian registou duas realidades opostas: greve de 100% no primeiro ciclo e de 18% no segundo e terceiro ciclos, bem como no secundário. De 55 docentes, 45 leccionaram.


Professores foram para a praça da Liberdade, no Porto
Na cidade do Porto, a manhã começou negra, chuvosa e sem aulas nos estabelecimentos de ensino visitados pelo JN. Às 8h30, na Escola Carolina Michaelis, os alunos subiam as escadas para poucos minutos depois as descerem já com a notícia de que não teriam aulas. A alegria de uns contrastava com a desilusão de outros. “Adormeci, mas vim à pressa porque amanhã vou ter um exame de História e afinal foi tudo para nada”, afirmou Joana Patrícia. “E não me parece que a professora adie porque ela não é de adiar”, acrescentou. À porta da escola, alheios à forte chuva, muitos alunos reuniam-se e alegremente faziam planos para o resto do dia. “Vamos para o shopping passear”, dizia a grande parte.
Às 9h00, na Escola Secundária Filipa de Vilhena, o cenário era semelhante, com todos os professores do primeiro turno da manhã a aderirem à greve. Durante o tempo que o JN passou à porta da escola apenas um docente entrou nas instalações e fez questão de dizer que vinha mas que não ia dar aulas e estava em greve. Pouco antes, um pai, depois de avisado telefonicamente pelo filho, veio buscá-lo para p levar a casa. “Já sabia e por isso estava de prevenção. Como moro perto, não me custa muito vir cá buscá-lo. Agora, vai passar o dia comigo” afirmou Paulo Sousa, salientando que concorda com as reivindicações dos professores e que dá todo o apoio à greve.
A meio da manhã, cerca de uma centena de professores estava concentrada na praça da Liberdade, no centro do Porto, em sinal de protesto contra o modelo de avaliação.
Viseu entre os 80 e os 90%


Em Viseu, até às 10 horas, segundo um levantamento feito pelo Sindicato dos Professores da Região Centro (SPRC), estavam já totalmente fechados 24 dos 65 agrupamentos de escolas do Distrito de Viseu. De acordo com a mesma fonte, outros 10 registavam uma adesão entre os 80% (Escola Secundária de Santa Comba Dão) e os 99% (Agrupamento de Escolas de S. João da Pesqueira).
“Os primeiros dados permitem-se afirmar que na prática não há aulas no distrito de Viseu”, avançou ao Jornal de Notícias Francisco Almeida, do SPRC. O dirigente sindical cita vários exemplos para ilustrar a afirmação de paralisação quase total das escolas.

“Em Mangualde há apenas uma professora a dar aulas. A adesão a greve é de 99%. Francisco Almeida lembra ainda que em Cinfães “os 83 professores do 1º ciclo do ensino básico estão todos em greve. Não há um único a trabalhar. Está tudo fechado”.
Na EB 2,3 Infante D. Henrique, em Repeses, Viseu, a ministra da Educação teve direito a uma canção muito especial. Fernando Pereira, o seu autor, fez incidir sobre o refrão a ideia geral da melodia: “está na hora de a ministra ir embora”. O docente assume que se trata de uma forma de “intervenção e protesto”. Uma maneira de mostrar à tutela que “a Educação é a grande riqueza de um país”.


Leiria com média perto dos 90%
Em Leiria, as duas maiores escolas secundárias do distrito registavam uma adesão de 90% (Rodrigues Lobo) e 91% (na Domingos Sequeira), com a greve a paralisar a EB de Marrazes, que encerrou. A Escola Secundária de Pombal registava 93% de adesão, enquanto a Calazans Duarte (87%), na Marinha Grande, parecia ser a que menos aderiu à paralisação.“Sem dúvida que estamso perante a maior greve dos professores desde o 25 de Abril”, disse ao Jornal de Notícias uma fonte do Sindicato dos Professores da Região Centro.


Beja entre os 70 e os 99%
Em Beja, dados apurados directamente junto dos concelhos directivos, mostram alguma dispararidade na adesão à greve. O Agrupamento de Santa Marinha, com sete escolas, estava nos 99%, enquanto nas sete escolas do agrupamento Mário Beirão a greve se situava entre os 60 e os 70%. Pelo meio, 80% na secundária D. Manuel 1º, 86% na Diogo de Gouveia e 90% na Santiago Maior.
“Não faço greve porque sempre estive contra o modelo de avaliação. Mais agora, depois das alterações”, disse Conceição Casanova, uma das professoras da escola Santiago Maior que não aderiram à greve. Na de Santa Maria, Rogério Inácio também não aderiu à paralisação, simplesmente porque não podia: sendo um dos três professores do Curso de Educação e Formação, foi obrigado a leccionar.


Meio milhar nas ruas de Viana do Castelo
Em Viana do Castelo, cerca de 500 professores manifestaram-se na Praça da República. A chuva causou estragos na concentração, com os docentes algo espalhados pela praça, cartão de visita da cidade, mas não afectou a motivação.
“Queremos ser avaliados com seriedade” lia-se em alguns dos cartazes. Outros eram “Por uma escola de rigor e exigência”, com alguns professores a dirigirem os dizeres a Maria de Lurdes Rodrigues: “Senhora Ministra, queremos trabalhar com dignidade”.
A concentração começou às 10 horas na Praça da República, de onde saiu, uma hora depois, para o Governo Civil de Viana do Castelo. Em frente ao palácio, os professores acenaram com lenços brancos e pediram a demissão da ministra Maria de Lurdes Rodrigues.
Segundo dados apurados pelo JN junto de fonte sindical, a greve situa-se bem acima dos 90%, perto mesmo dos 100%, em todo o distrito de Viana do Castelo.


Guarda perto dos 100%
Os dados preliminares apurados pelo JN, junto de fonte sindical, situam a greve no distrito da Guarda perto dos 100%. Do que foi possível constatar, numa ronda por várias escolas, os professores ficaram reunidos dentro das escolas, sem leccionar. Os alunos aproveitaram o “feriado” anunciado, para gozar a manhã sem aulas, sem manifestações ou confusões.

carregal do sal em luto

Faleceu o comandante dos Bombeiros
de Carregal do Sal
Funeral esteve rodeado de impressionante onda de pesar

Vítima de doença prolongada, faleceu no dia 1 de Dezembro, aos 51 anos de idade, Armando dos Santos Lopes, comandante dos Bombeiros Voluntários de Carregal do Sal.Deixa de luto não só sua família, mas também a Associação Humanitária que serviu desde Novembro de 1975, altura em que nela ingressou como aspirante da respectiva Corporação de Bombeiros, e da qual era Comandante Efectivo desde Fevereiro de 2007.Com 34 anos exemplarmente consagrados à nobre missão humanitária, a par da preenchida vida empresarial de fabrico e comércio de móveis, naturalmente que granjeou grande admiração e amizades. Era, pois, figura respeitada e que inspirava respeito.Quis o destino que falecesse no dia seguinte à homenagem que a Federação de Bombeiros do Distrito de Viseu lhe fez no «Encontro do Dia Distrital do Bombeiro», este ano realizado em Cabanas de Viriato, onde recebeu das mãos do Governador Civil de Viseu o troféu Grau de Ouro, que esteve exposto a seus pés, junto à urna, durante o velório e a missa de corpo presente, no pavilhão polivalente da Associação dos Bombeiros.Como se previa, o funeral esteve rodeado de impressionante onda de pesar, movimentando gente de todo o concelho e de muitos pontos do país, podendo mesmo calcular-se que teve acompanhamento de cerca de um milhar de pessoas, entre as quais se destacavam o Governador Civil de Viseu, o presidente da Câmara Municipal de Carregal do Sal, o vice-presidente da Federação de Bombeiros do Distrito de Viseu, o comandante distrital de Operações de Socorro de Viseu, o comandante do Destacamento Territorial da GNR de Santa Comba Dão, o comandante do Posto da GNR de Carregal do Sal e comandantes de diversas corporações de Bombeiros.As exéquias fúnebres conheceram, pois, grandiosa manifestação de solidariedade e pesar, não só por parte do povo anónimo, mas também por parte de autarcas, autoridades, empresários, colectividades e associações de bombeiros. Essa manifestação sentiu-se tanto a velar o corpo como em todos os momentos respeitantes ao funeral, realizado hoje, dia 2.Mais evidentes, as homenagens a nível de bombeiros foram uma constante, desde a guarda de honra permanente no velório mortuário, por parte da própria Corporação, com quatro bombeiros, que se revezavam de hora a hora, perfilados perante a urna rodeada de grande quantidade de ramos e coroas de flores, até à representação de dezenas de outras corporações na missa de corpo presente com os respectivos estandartes, algumas ainda com alargada representação de bombeiros dos seus corpos activos. Também a Delegação da Cruz Vermelha Portuguesa de Oliveira do Conde esteve representada com um grupo de socorristas.Um lancinante toque da sirene do quartel assinalou o início do interminável cortejo fúnebre apeado, presidido pelo pároco José António Almeida, celebrante da missa de corpo presente, seguindo a urna e familiares mais próximos do falecido na antiga viatura de cerimónias da própria Associação.As honras, junto à cova, deram lugar a uma extensa formatura de bombeiros e com a cova [1] a ser rodeada pelos estandartes de dezenas de corporações representadas. Na descida do corpo à terra a sirene do quartel dos Bombeiros fez ouvir novamente.Armando Lopes descansa agora em paz eterna!

Texto e fotgrafias: Lino Dias (http://www.faroldanossaterra.com/?p=1818)

Câmara Municipal de Viseu


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viseu



VISEU A MINHA TERRA NATAL


Música, teatro, animação de rua … Estas são algumas das propostas da Câmara Municipal de Viseu para o período de festas que se aproxima. Um manto de cultura que vai estender-se desde Novembro até aos inícios de Janeiro.


O Rossio vai ser um dos centros de actividade. As casinhas de Natal regressam, a inauguração está marcada para o dia 30 de Novembro às 17h30, e vão ficar na Praça da República até 6 de Janeiro.


Ainda no Rossio vai haver teatro, com as peças O Mistério das Prendas, no dia 1 de Dezembro e As Velhas, no dia 7; depois o cenário é transferido para o Teatro Viriato onde vai subir ao palco A Herança Maldita, no dia 17.


Na música, destaque para o concerto de André Sardet, no dia 20 de Dezembro, no Rossio, mas os cânticos de Natal vão também ouvir-se, e muito, nestes dias. A Igreja Matriz de Orgens vai receber a iniciativa Cantando o Natal nos dias 8 e 14 de Dezembro, no dia 20 os coros reúnem-se na Praça da República.


Ainda na música, dia 19 de Dezembro é a vez do Teatro Viriato receber o Concerto de Natal, organizado pelo Coro Mozart com o apoio da CMV, e no dia 2 de Janeiro, o Viriato vai também receber o Concerto de Ano Novo, pela Orquestra Filarmonia das Beiras, com a direcção do Maestro António Vassalo Lourenço.


A música não vai faltar também nas ruas, onde várias bandas, desde o jazz da Dixie Band aos ritmos mais arrojados do Grupo Tribal, vão animar os dias dos transeuntes.


Para os mais novos, a Câmara de Viseu aposta num programa que junta entretenimento ao conhecimento. O programa O Natal na Casa dos Livros decorre entre 2 e 17 de Dezembro, na Biblioteca Municipal, onde as rianças têm os ateliês "Casa das Prendas" e "Laboratório de Natal" e ainda o Baú dos Contos "Um Beijo para o Pai Natal".


Ainda dentro do programa Viseu a Minha Terra Natal, entre os dias 3 e 5 de Dezembro, vai ser comemorado o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, com actividades que vão passar pela dança, exposições, e conferências que decorrem no Teatro Viriato, na Biblioteca Municipal e no Solar do Vinho do Dão.


Para o dia 15 de Dezembro está marcada a Cerimónia de Reconhecimento por Mérito Cultural e Científico a jovens do município de Viseu e aos bolseiros da CMV do Conservatório de Música. Vai decorrer no Salão Nobre da Câmara, com início agendado para as 11h.


E como o Natal é sinónimo de cor, no dia 30 de Novembro é inaugurada a iluminação da cidade.


Estes são alguns dos destaques do Viseu a Minha Terra Natal, um programa que, como frisou o presidente da Câmara Municipal, Fernando Ruas "pretende que a cidade possa viver esta época de forma mágica".

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

macovex... um conceito inovador


Sobre a Macovex, S.A.

A acção da Macovex vai desde a fase de medição em ambiente de obra, passando pelo aconselhamento durante a visita do cliente ao showroom da empresa, até ao acompanhamento da montagem de materiais e equipamentos.

A proximidade com o cliente é tal que a Macovex funciona como um verdadeiro garante da obtenção do objectivo da empresa: exceder as expectativas dos clientes.

A empresa selecciona ainda os mais conceituados fornecedores, cuja relação perdura nalguns casos desde a criação da própria Macovex. “Não negociamos com os nossos clientes sem sabermos qual a resposta dada pelos fornecedores, e isso implica uma grande aproximação entre as partes envolvidas”, segundo o Administrador Fernando Paralta.

Com mais de 26 anos de existência, a Macovex iniciou a sua actividade em Gouveia, como uma empresa vocacionada para a venda ao balcão e directamente na obra, através de uma equipa de vendas.

Em 1988 abriu uma filial em Viseu.

Em 1996 construiu umas novas instalações em Viseu, com quatro mil metros quadrados de área total e 1750 de área coberta.

Em 2004 é reconhecido o seu sistema de Gestão da Qualidade pela APCER no âmbito da norma EN NP ISO 9001/2000

Em Janeiro de 2006 integra um Agrupamento Complementar de Empresas, do qual foi co-fundadora - a W.B.G.–Group. Este facto veio constituir um passo importante no sentido da consolidação da posição comercial da Macovex, e da garantia de aceder constantemente a um conjunto de condições comerciais de compra extremamente competitivas.

Em 2007 iniciou a construção da Megastore.

Em 2008 apresenta as novas Instalações no Parque Industrial de Coimbrões.

Nos últimos anos tem sido merecedora da distinção PME Excelência, através do IAPMEI.

em cabanas de viriato

Associação Humanitária
dos Bombeiros Voluntários
promove o Dia Distrital
do Bombeiro




A Federação de Bombeiros do Distrito de Viseu confiou à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cabanas de Viriato a gratificante tarefa de organizar o III Encontro do Dia Distrital do Bombeiro. Levado a efeito no dia 30 de Novembro, ao início da tarde, reuniu bombeiros de 25 das 33 corporações do distrito de Viseu, tendo as ausências das restantes corporações sido motivadas pelo forte nevão que assolou os distritos do Centro e Norte do país.
Uma formatura de bombeiros, lado a lado com a Banda Filarmónica de Cabanas de Viriato, fez a recepção às entidades oficiais.
Após esse cerimonial e a saudação musical da Banda, deu-se início à sessão solene, com lugar no salão de festas da Associação anfitriã. Na mesa de honra, presidida pelo governador civil de Viseu, Acácio Pinto, tomaram também assento Atílio Nunes, presidente da Câmara Municipal de Carregal do Sal, José Codeço, 2.º comandante operacional nacional, representante da Autoridade Nacional de Protecção Civil, Paulo Hortênsio, vice-presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, Rebelo Marinho, presidente da Federação de Bombeiros do Distrito de Viseu, César Fonseca, comandante distrital de Operações de Socorro de Viseu, José Pereira Dias, presidente da Assembleia Geral da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cabanas de Viriato, e Fernando Campos, comandante da corporação desta Associação.
Entre a assistência, que encheu o salão, encontravam-se dirigentes e comandantes das diversas corporações do distrito, além de outras individualidades, destacando-se a presença de Fernando Colaço, comandante do Destacamento Territorial da GNR de Santa Comba Dão.
Coube a José Pereira Dias abrir os discursos de circunstância, no qual elogiou o trabalho da Direcção e do Comando da Associação de Cabanas de Viriato com vista à aprovação do projecto de construção do novo quartel e agradeceu o apoio dado pelo Governo Civil e pela Câmara Municipal. A esta, agradeceu também o compromisso de assumir a diferença não comparticipada pelo Estado na construção do quartel, assim como o custeamento da despesa que a Associação teve com a organização deste Encontro.
Antes do orador seguinte, Miguel Ângelo, 2.º comandante da corporação de Nelas, subiu à tribuna para apresentar, em representação do grupo SHARK, o modelo de capacete que este fabricante ali tinha para oferecer a cada corporação do distrito, para utilização em acções de formação.
Retomados os discursos por Rebelo Marinho, o presidente da Federação pediu um minuto de silêncio em memória de todos os bombeiros falecidos, fazendo referência especial ao recente falecimento do vice-presidente da Federação.
Congratulou-se com a causa ganha em tribunal pelos Bombeiros de Vouzela respeitante ao pagamento de horas extraordinárias exigido por uma ex-quarteleira, e também com o facto de Viseu ser o distrito com mais equipas de intervenção. Entre outras considerações, incluindo reconhecimento do estímulo e do apego aos Bombeiros por parte do Governador Civil, agradeceu à SHARK a oferta dos capacetes. Enalteceu as qualidades do comandante dos Bombeiros Voluntários de Carregal do Sal, Armando Lopes, que a Federação decidiu ali homenagear.
Seguidamente, João Soares, presidente da Mesa do Plenário da Federação de Bombeiros, fez saber que a Comissão Honorífica da Federação, sob proposta da Direcção dos Bombeiros Voluntários de Carregal do Sal, decidiu atribuir o troféu Grau de Ouro ao comandante Armando Lopes, apontando os seus 34 anos ao serviço dos Bombeiros como um exemplo a seguir. Fez depois uma apologia do percurso deste comandante, enquanto era visualizado um documentário com imagens respeitantes à actividade do mesmo ao serviço da sua corporação. Convidado a fazê-lo, o Governador Civil procedeu, logo a seguir, à entrega do troféu, acompanhado pelas restantes individualidades da mesa de honra.
Prosseguindo os discursos, Paulo Hortênsio, em nome da Liga dos Bombeiros, prestou homenagem aos sócios anónimos, órgãos sociais, comandos e corpos de bombeiros pela entrega voluntária ao serviço da causa dos Bombeiros de Portugal, dando como exemplo os serviços prestados pelo comandante Armando Lopes.
Orador seguinte, José Codeço, após agradecer o convite em nome da Autoridade Nacional de Protecção Civil, considerou a cerimónia como o momento próprio para enaltecer o trabalho dos bombeiros ao serviço da comunidade, referenciando-os como a força determinante da protecção civil e de socorro das comunidades. "Portugal tem orgulho nos seus Bombeiros", afirmou, depois de realçar a eficácia dos serviços que prestam. Mencionando que o desafio para o futuro é grande, deixou o repto para que os Bombeiros continuem a ser a espinha dorsal do socorro e votos de que o futuro dos mesmos seja promissor ao serviço da comunidade e do país.
Chegada a vez do presidente da Câmara Municipal, Atílio Nunes agradeceu a realização deste Encontro no seu concelho e homenageou “aqueles que deixam a família para socorrer os outros e nada recebem em troca”. Confirmou que a Câmara assumiu 30% dos encargos da construção do novo quartel dos Bombeiros de Cabanas de Viriato e pediu ao Governador Civil para que lance o desafio ao Governo no sentido de cumprir com os 70% dos encargos que lhe competem. Foi com parabéns à “grande família dos bombeiros” que terminou o seu discurso.
Antes do Governador Civil encerrar os discursos, foi permitida uma quebra no protocolo para Filipe Lopes, filho de Armando Lopes, e sua namorada, Márcia Sofia, lerem duas mensagens. Uma, lida primeiro por esta jovem, em nome de Armando Lopes e sua família, foi de agradecimento pela homenagem. A outra, foi uma emocionante mensagem de Filipe Lopes dirigida a seu pai (presente em estado de saúde bastante debilitado), que fez com que lágrimas e soluços de comoção se desprendessem de muitos dos homens e mulheres presentes.
Aquilo que vale a pena nas sociedades globais é o exemplo desta distinção“, afirmou o Governador Civil, ao iniciar o seu discurso, acrescentando: "É prova de que esta nobre causa vale a pena, e mais que aquele materialismo que não nos leva longe está esta sensibilidade de entrega ao próximo, associada à nobre causa dos bombeiros, que é fazer bem sem olhar a quem". Exprimindo prazer e honra por estar em proximidade com os bombeiros para que possam exercer a sua missão com melhores condições que há uns anos atrás, salientou a ajuda do Governo aos bombeiros e o papel do Governo Civil na canalização de algumas verbas para ajuda aos mesmos, como no caso das Ceias de Natal e de “outras questões concretas”. Saudou na pessoa do presidente da Câmara de Carregal do Sal todos os autarcas do distrito, “por ter dado testemunho que vai financiar 30% da construção do novo quartel dos Bombeiros de Cabanas de Viriato, porque o QREN só dá 70%”. Observou então: “Nunca a Protecção Civil pôde candidatar-se ao QREN, mas agora pode fazê-lo para quartéis de raiz ou para reestruturação dos existentes“.
Fez saber que também há concurso para 95 viaturas, a título especial, para o país, e que 5 destinam-se ao distrito de Viseu, sendo uma para Cabanas de Viriato.Como reconhecimento de que a Protecção Civil muito deve aos bombeiros, Acácio Pinto fez oferta, por parte do Governo Civil, de um capacete em estanho ao presidente da Federação de Bombeiros do Distrito. “Esperamos todos que continue com a mesma dedicação à causa dos bombeiros portugueses“, sublinhou.
A cerimónia foi finalizada com a distribuição de lembranças a cada corporação do distrito, oferecidas pelo Governo Civil (rádio de banda alta), pela empresa SHARK (capacete) e pela Câmara Municipal (livros e desdobráveis respeitantes a património do concelho).
O programa do Encontro foi completado com um desfile apeado e motorizado, composto por cerca de duas centenas e meia de bombeiros apeados e mais de meia centena de viaturas, levando às ruas centrais da vila um aparato invulgar, tanto pelo número de viaturas e bombeiros envolvidos como pela visibilidade dos estandartes em grupo e pelo acompanhamento de duas fanfarras.
É um regozijo para qualquer comandante“, assim se pronunciou o comandante Fernando Campos ao «Farol da Nossa Terra», ao ser questionado acerca da organização do evento ter sido confiada aos Bombeiros de Cabanas de Viriato.














Texto e Fotografia: Lino Dias (http://www.faroldanossaterra.com/?p=1815)

domingo, 30 de novembro de 2008

Dão, Vinhos e Gourmet 2008


Jornadas da Saúde


Lions

em

Prevenção




O Lions Clube Portugal promoveu este sábado, dia 29, as Jornadas Nacionais da Saúde.

Por todo o país foram vários os clubes lionísticos que se organizaram para fazerem rastreios à população, nomeadamente: diabetes, colesterol, visão, tensão arterial, colheita de sangue e osteoporose.

Em Viseu, os Lions Clube Viriato também participaram com o rastreio ao colesterol, acção que teve lugar no Palácio do Gelo, junto ao Hipermercado Jumbo, e que permitiu aos visitantes fazer o rastreio de forma gratuita.

A Farmácia Pinto foi uma das patrocinadores desta acção cedendo todo o material, assim como os testes laboratoriais.

Representantes do Lions Clube Viriato e representante da Farmácia Pinto