sexta-feira, 6 de março de 2009

FLOWER PARTY school house


V Extreme Lagares Penafiel - 14 e 15 de Março de 2009


Regulamento Particular



O EXTREME CLUBE LAGARES organiza nos dias 14 e 15 de Março a primeira prova do Troféu Nacional de Extreme.


As inscrições estão limitadas a 100 equipas ou até ao dia 28 de Fevereiro de 2009.
Atribuição de números:
Serão atribuídos de 1 a 5 aos 5 primeiros classificados na última edição, seguindo o palmares internacional, nacional e depois a ordem de recepção das inscrições.

Participam na prova apenas equipas compostas por dois pilotos e duas motas.

Os Pilotos apenas podem participar com motas de Enduro ou de MotoCross. Em caso de dúvida sobre a classificação da mota a decisão sobre a participação, ou não, da mesma fica a cargo da organização.

No dia 14 de Março de 2009 as equipas terão de fazer as verificações documentais e técnicas entre as 09:00 e as 18 horas e terão que deixar as motas em parque fechado até às 18:30 horas.
Neste mesmo dia teremos o jantar convívio às 20 horas que será oferecido pela organização.

No dia 15 de Março de2009 a primeira equipa sai do parque fechado (1) às 07:55 horas saindo as restantes equipas de minuto a minuto por ordem de inscrição.

A ligação do parque fechado ao prólogo é de 500 metros onde podem aquecer os motores para a partida.

O prólogo realiza-se das 08:00 horas às 10:00 horas. Este será realizado pelos dois pilotos e o tempo do segundo piloto a terminar dá a ordem de partida da equipa. As equipas que não fizerem o prólogo dentro do tempo previsto para o efeito ficam com o tempo do último classificado acrescido de 1 minuto.
Cada equipa terá 30 minutos para por a mota em parque fechado (2) após fazer o prólogo. Caso contrário arrancará em último acrescido de 1 minuto.
Será realizado um briefing para todos os pilotos às 10:30 horas onde serão esclarecidos todos os assuntos relacionados com a prova.
A hora de partida para a prova é às 11 horas. As equipas partem uma a uma com espaçamento de 1 minuto entre elas.
A partida será organizada por ordem ascendente do tempo de realização do prólogo, ou seja, a equipa com menor tempo realizado no prólogo arranca em primeiro e assim sucessivamente.
A prova tem a duração máxima de 6 horas sendo desclassificadas as equipas que ultrapassem esse tempo.
Não é permitido qualquer tipo de ajuda aos pilotos quer por parte do público, quer por partes dos membros das suas equipas. As equipas podem ajudar umas às outras apenas em caso de afunilamento ou outros casos excepcionais.
O percurso tem três zonas de assistência (ZA).
Apenas e unicamente dentro das ZA é que os pilotos podem ser auxiliados pela sua equipa técnica.
Os abastecimentos de combustível apenas poderão ser realizados nas ZA.
Teremos dois pontos de controlo horário no percurso, um na ZA2 e outro na ZA3. Caso não cheguem à hora estipulada a este CP terão de regressar à ZA1 por percurso alternativo o qual estará devidamente sinalizado.
Esgotado o tempo de 6 horas os pilotos que ainda não terminaram a prova devem regressar ao Padock por percurso alternativo.
Será entregue a cada piloto uma carta de controlo (CC) que deverá ser validada em todos os postos de controlo (CP). A CC será entregue pela equipa no final e a não entrega desta ou a falta de validação num dos CP terá resultará na desclassificação da equipa.
Para se classificar a equipa terá de completar o percurso na totalidade dentro das 6 horas e com a validação de todos os CP na CC.

A classificação final será organizada por ordem ascendente do tempo de realização da prova.

Ganha a equipa que tiver menos tempo de realização da prova e assim sucessivamente.

Serão atribuídos troféus e prémios monetários para os 5 primeiros classificados e uma lembrança para todos os participantes.

Os prémios são:

1º Lugar – Duas AJP 200
2º Lugar – 1.500,00€
3º Lugar – 750,00€
4º Lugar – 300,00€
5º Lugar – 150,00€


Contactos
geral@extremelagares.com


Director de Prova
Paulo César: paulomoreira@extremelagares.com


Directores Adjuntos
Bruno Moreira: brunomoreira@extremelagares.com


Zé Maria: zemaria@extremelagares.com

quinta-feira, 5 de março de 2009

SAÚDE - Internos de todo o país juntam-se em Coimbra




debate científico inovador



Centro Hospitalar de Coimbra convoca médicos de todas as especialidades para mostrarem e partilharem experiências clínicas e científicas


É o encontro do género mais antigo em Portugal e este ano lança novamente o repto a médicos internos e especialistas de todo o país: a 13ª Semana do Interno do Centro Hospitalar de Coimbra (CHC) quer levar a comunicação no seio da comunidade médica a um novo nível. O encontro, que decorre entre 23 e 28 de Março, desafia os profissionais a participarem em cursos e apresentações de trabalhos de áreas importantes no presente e no futuro da medicina portuguesa.


A iniciativa, que abrange todas as especialidades, é também uma oportunidade para internos de ramos da Medicina com menor visibilidade poderem expor os seus trabalhos. "Há especialidades que conseguem efectivamente muita projecção, quer ao nível da comunidade médica, quer na própria sociedade, mas há outras especialidades, menos conhecidas, que importa apresentar. E a Semana do Interno oferece essa possibilidade", explica a directora do Internato Médico do CHC, Maria João Neto.


Criada em 1993, a Semana do Interno do CHC surgiu com o objectivo de dar a palavra aos médicos internos de todas as especialidades e de todos os pontos do país, de promover a comunicação entre os profissionais e abrir novos horizontes na Medicina em Portugal.


"É difícil estimar o número de participantes esperados na Semana do Interno, mas esperamos centenas ao longo dos dias", refere o director científico da biblioteca do Hospital Geral do CHC, Luís Trindade.


A 13ª Semana do Interno do CHC integra ainda um leque de cursos destinados aos futuros especialistas. No dia 23 de Março (segunda-feira), terá lugar o I Curso Radiológico, ministrado pelo Serviço de Imagiologia do CHC. No dia seguinte, o Serviço de Cirurgia do mesmo Centro Hospitalar, com o apoio da Johnson & Johnson, oferece a possibilidade de os inscritos adquirirem formação teórico-prática sobre suturas. Na quarta-feira, dia 25, é a vez de Luísa Ribeiro, investigadora da Associação para Investigação Biomédica e Inovação em Luz e Imagem, ministrar um curso de iniciação à investigação clínica e, no dia 26, o Serviço de Cardiologia do CHC orienta a formação em electrocardiografia clínica. Sexta-feira e sábado, a terapêutica da dor dá o mote a um curso promovido pela Fundação Grünenthal.


A Semana do Interno "não é uma sucessão de palestras, mas sim uma oportunidade para frequentarmos acções de formação e fazermos novos contactos que poderão constituir uma mais-valia para o futuro", sublinha o médico interno Filipe Palavra, da comissão executiva da iniciativa.


A frequência dos cursos não requer qualquer pagamento extra, relativamente à inscrição na Semana do Interno.


Os resumos dos trabalhos a apresentar poderão ser entregues até ao dia 7 de Março (sábado). Para se inscreverem na iniciativa ou para obterem informações adicionais, os interessados poderão consultar o site da 13ª Semana do Interno do CHC, em http://www.semanadointerno.com/. O custo de participação é de 15 euros (até 23 de Março) ou 20 euros por pessoa (após 23 de Março).


Na School House


Protocolo assinado

O Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Laurentino Dias, presidiu no dia 2 de Março, pelas 11 horas, no Hotel Montebelo, em Viseu, à cerimónia de assinatura do protocolo entre o Instituto de Desporto de Portugal, I.P. e a Associação Nacional de Municípios Portugueses sobre a Carta Nacional das Instalações Desportivas.
A cerimónia contou com as presenças do Presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses, Fernando Ruas, e dos Presidente e Vice-Presidente do Instituto de Desporto de Portugal, respectivamente Luís Sardinha e João Sequeira.
A Carta Nacional das Instalações Desportivas, objecto deste protocolo, deverá reunir a informação indispensável ao conhecimento da rede de equipamentos desportivos e como tal constituirá um instrumento de primordial importância para a realização de planos, programas e outros instrumentos directores que regulem o acesso a financiamentos públicos e que diagnostiquem as necessidades e estabeleçam as estratégias, as prioridades e os critérios de desenvolvimento sustentado da oferta de infra-estruturas e equipamentos desportivos;
Tais objectivos pressupõem o estabelecimento de um sistema informático de recolha, registo e gestão de informação que assegure, para além do rigor técnico, uma uniformidade de critérios e indicadores na caracterização da rede de equipamentos desportivos a nível nacional, regional e local, e sua regular actualização.
Para o conseguir, o IDP, I.P., tem vindo a desenvolver um sistema de informação geográfica da Carta Nacional das Instalações Desportivas, com o objectivo de racionalizar a recolha, o registo e a organização da informação incidindo sobre todo o território nacional.
O referido sistema de informação geográfica virá possibilitar, numa primeira fase, a revisão e actualização on-line da informação actualmente disponível, ampliando o seu âmbito e dando início a um novo ciclo no domínio da Carta Nacional das Instalações Desportivas, que passará a dispor de uma base interactiva de trabalho.
Numa segunda fase, deverão ser consolidadas as rotinas de actualização on-line e permanente, associadas ao licenciamento dos novos equipamentos ou intervenções nos existentes, articulando-se a intervenção dos Municípios, Serviços Desconcentrados do IDP, I.P., e respectivos Serviços Centrais, que assegurarão a gestão e a acessibilidade à informação;A par da recolha e gestão do acesso a essa informação, será assegurado pelo IDP I.P., em articulação com as páginas electrónicas dos Municípios, a divulgação ao público, mediante consulta da Carta Nacional das Instalações Desportivas, do conjunto de instalações disponíveis e acessíveis para a prática desportiva individual ou organizada, com suporte de imagem e cartografia/vista aérea, através do recurso a aplicações actualmente existentes e amplamente divulgados, como seja o Virtual Earth.

Família ameaçada de despejo por ter a casa suja

Empresa municipal foi a tribunal justificar a acção com situações passíveis de ameaçar a saúde pública

Por: TERESA CARDOSO in "JN"
Três moradores do Bairro Municipal ou da Cadeia, no centro da cidade, correm o risco de ficar sem tecto por terem a casa suja. O despejo sumário segue no Tribunal Judicial de Viseu. A autarquia justifica a acção com a defesa da saúde pública.

Está marcada para o dia 21 de Abril, no Tribunal Judicial de Viseu, a segunda sessão do julgamento relativo ao processo sumário de despejo de uma família que mora na casa nº 51 do Bairro Municipal. A acção é movida pela empresa municipal Habisolvis que alega vários incumprimentos dos inquilinos, nomeadamente no que respeita à higiene e salubridade do imóvel, para intentar o seu despejo sumário.

A ir por diante o processo, três pessoas poderão ficar na rua: uma mulher de 39 anos, o companheiro de 80 e um primo deste de 50 anos. "Se nos tirarem daqui, não sei o que vai ser da nossa vida. As assistentes sociais dizem que o meu homem pode ir para a casa dos filhos e eu para a da minha mãe, em Aveiro. Mas não vamos aceitar. Estamos juntos porque gostamos um do outro e ninguém nos vai separar", garante Maria Reis Esteves.

Anteontem, na primeira sessão do julgamento, técnicos da Habisolvis lembraram alguns aspectos dominantes da acção de despejo, nomeadamente a falta de limpeza.

"Dizem que nos deram a casa em bom estado, com sanita e tecto novo, e que nós estamos a dar cabo dela com a porcaria dos gatos. Não é verdade. É certo que umas vezes está mais limpa do que outras. Mas isso acontece com toda a gente. No nosso caso, o problema está no telhado que deixa entrar a água por todos os lados. Por isso é que temos a roupa amontoada pelos cantos e os baldes espalhados pela casa", defende-se a inquilina.

A residir na habitação há meia dúzia de anos - desde que ardeu a casa onde o companheiro vivia, no mesmo bairro -, Maria Reis perdeu o trabalho de auxiliar hospitalar e depende da reforma de 300 euros que o homem recebe.

"Temos dificuldades, mas vamos sobrevivendo. Agora um pouco melhor, desde que a Santa Casa da Misericórdia decidiu ajudar-nos com a oferta do jantar todos os dias, e do almoço aos fins de semana", relata a mulher.

A pagar 1,20 euros de renda, Maria Reis pede à Habisolvis mais uma oportunidade. "Arranjem-nos uma casinha em melhor estado, que há muitas vazias no bairro, e verão que saberemos cuidar dela", promete angustiada.

GOLFE - COM 3 TACOS TAMBÉM SE JOGA COM SUCESSO


O Clube de Golfe de Viseu convidou os seus membros a testarem os seus dotes de golfistas e, com apenas 3 tacos jogarem um torneio de 18 buracos no Campo de Golfe Montebelo.


À chamada compareceram cerca de 30 associados que desafiaram o frio e o nevoeiro que a manhã do passado sábado apresentava.

Uma das dificuldades encontradas pelos participantes recaiu na escolha dos melhores “tacos” para atacarem a prova. Se habitualmente partem para o campo com 14 tacos no saco, desta vez eram permitidos apenas 3.

Esta modalidade serve para melhorar a sensibilidade e a perícia do jogador, sendo um treino muito produtivo. O jogador tem que imprimir mais ou menos força ao swing, mais ou menos inclinação aos tacos.

O objectivo foi cumprido e os resultados surpreenderam, com alguns “atletas” a superarem e muito os resultados que habitualmente alcançam com o “saco cheio” de tacos.

Miguel Pinto, um jovem associado do clube venceu com 40 pontos, sendo seguido por José Artur com 39. O conhecido industrial de restauração gracejou no final do torneio “ se tivesse mais um taco, fazia o par do campo”
.
Carlos Tinoco oferece o prémio ao vencedor Miguel Pinto

No “top 5” ficaram ainda José Manuel Santos, Diogo Daniel e Jorge Toste todos com 36 pontos.

Mais do que uma competição, este foi um convívio que serviu para os sócios do Clube de Golfe de Viseu estreitarem laços de amizade. Basta ver que os prémios para os três primeiros foram bolas de golfe. Cada jogador na inscrição ofereceu uma bola nova que serviu para premiar os melhores.

GOLFE - CARLOS TINOCO CAMPEÃO EM ÁFRICA

O golfista vissense Carlos Tinoco venceu a final do Circuito Golfe & Comunicação realizado no Arabella Golf Club na Cidade do Cabo na África do Sul.

A prova encerra anualmente o circuito promovido por Mário Carvalhosa e este ano contou com a presença de três sócios do Clube de Golfe de Viseu, que se apuraram nos diversos torneios realizados ao longo do ano, incluindo provas no Campo Montebelo em Viseu.


O presidente da colectividade, Carlos Tinoco foi o melhor representante, vencendo em net com 38 pontos. Luís Leitão foi segundo com 36 e João Navega obteve o quinto lugar com 30 pontos. Leitão foi ainda o vencedor gross.

Carlos Tinoco num dos greens do Arabella Golf Club


Carlos Tinoco afirmou que “esta é uma das minhas vitórias individuais mais saborosas, pois, a final foi muito competitiva e a viagem á África do Sul foi fantástica, com muitos e bons campos de golfe, boa alimentação e muitos sítios para visitar com muito sol”, concluiu.

O Circuito Golfe & Comunicação que se realiza há quase duas décadas terá em 2009 mais dois torneios em Viseu.

O Golfe Montebelo acolhe as provas Alcatel/Visabeira em e o torneio Abreu/Galileu/Lufthansa no mês de Maio, sendo duas das mais importantes competições do calendário do campo da Visabeira Turismo.

S. Pedro do Sul - “Uma árvore, minha amiga"


Campanha de sensibilização ambiental para os alunos das escolas de S. Pedro do Sul


“Uma árvore, minha amiga” é o nome da iniciativa que a Câmara Municipal de S. Pedro do Sul preparou para os alunos que frequentam o 1º Ciclo do Ensino Básico (CEB) e os Jardins-de-infância do concelho. Uma campanha que a autarquia repete este ano com o objectivo de sensibilizar os mais novos para a preservação da floresta.



No ano passado, os alunos do 1º CEB semearam carvalhos (árvore autóctone) no horto municipal em vasos próprios. As árvores semeadas no ano passado vão agora ser plantadas numa zona ardida do concelho, concretamente na Serra de S. Macário. O plantio dos carvalhos decorrerá de 23 a 27 de Março.

Em 2009 repete-se a sementeira de árvores no horto municipal, desta vez com as crianças dos Jardins-de-infância. A actividade decorrerá de 16 a 20 de Março, à semelhança do que aconteceu no ano passado com os alunos das 22 escolas do 1º CEB. No total, em 2008, participaram nesta acção mais de setecentas crianças.

quarta-feira, 4 de março de 2009

PERGUNTAS À DEMOCRACIA


Abaixo divulgamos a mensagem de D. Duarte de Bragança, chefe da CasaReal Portuguesa e presidente de honra do Instituto da DemocraciaPortuguesa, proferida hoje, por ocasião do encerramento do ICongresso Marquês Sá da Bandeira em Lisboa:

D. Duarte de Bragança
Tem vindo a crescer em Portugal um sentimento de insegurança quantoao futuro, sentimento avolumado por uma crise internacional,económica e social, de proporções ainda não experimentadas pelamaioria dos portugueses. São momentos em que importa colocarperguntas à Democracia que desejamos.
Admitindo-se que a situação concreta é grave, torna-se necessárioencará-la de frente, antevendo todos os aspectos em que osportugueses experimentam dificuldades.
Os tempos de crise vão-nos trazer privações mas também vêmexigir reflexão. Este é o momento de olharmos para o que somos.Para este país tão desaproveitado. Para a sua costa atlântica comPortos tão ameaçados, para uma fronteira tão vulnerabilizada, paraum património cultural tão desaproveitado.
Temos de perguntar até onde deixaremos continuar o desordenamento doterritório, que levou a população a concentrar-se numa estreitafaixa do litoral, ocupando as melhores terras agrícolas do país eesquecendo o interior, reduzido a 10% do PIB.
Temos de perguntar à economia portuguesa por que razão os bens deprodução são despromovidos perante os “serviços”, oimobiliário, e ultimamente, os serviços financeiros. O planeamentodas próprias vias de comunicação se subjugaram a essa visão.
Temos de perguntar até onde o regime democrático aguenta, semanaapós semana, a perda de confiança nas instituições políticas euma atitude de “caudilhização” do discurso.
Temos de perguntar até onde continuaremos a atribuir recursosfinanceiros a grandes naufrágios empresariais, ou a aeroportos ebarragens faraónicas que são erros económicos.
Temos de perguntar até onde o sistema judicial aguenta, semdesguarnecer os direitos dos portugueses, a perda de eficácia e amorosidade crescente dos processos.
Temos de perguntar se não deveríamos estabelecer um serviço devoluntariado cívico em que os desempregados possam prestar umcontributo à comunidade.
Temos de perguntar até onde as polémicas fracturantes que sóinteressam a uma ínfima minoria política, não ofendem a imensamaioria das famílias, preocupadas com a estabilidade pessoal eeconómica.
Temos de perguntar como vamos aproveitar o ciclo eleitoral que seavizinha, a começar pelas eleições europeias, onde serádesejável que apareçam independentes que lutem pelos interessesnacionais.
Temos de perguntar se nas relações lusófonas, estamos a daratenção suficente às relações especiais que sempre existiramentre Portugal e o Brasil.
Para ultrapassarmos as dificuldades, precisamos de todos os nossosrecursos humanos em direcção a uma economia mais “real”, maissustentada, mais equitativa, uma economia em que respirem todas asregiões a um mesmo “pulmão”.
Apesar de tudo, o nosso sector bancário fugiu das estrondosasirresponsabilidades dos congéneres mundiais. Saibam os Governosregulamentar os apoios para as empresas grandes, médias ou pequenasmas que sejam produtivas.
Em regime democrático, exige-se processos e discursos ditados peloimperativo de responsabilidade. A equidade e integridade territorialsó poderão ser obtidas com a participação de todos, e comsacrifícios para todos.
Estamos confiantes que somos capazes de fazer das nossas fragilidadesas nossas maiores vantagens. Onde outros tiveram soluções muitorígidas que falharam, nós venceremos promovendo os portugueses quelutam por um país de imensas vantagens competitivas.
Mostremos como somos um grande País, uma Pátria em que todos cabemporque acreditam na Democracia. Portugal precisa de mostrar o seuprojecto para o século XXI. Pela minha parte, e pela Casa Real quechefio, estou, como sempre, disponível para colaborar.

ESGRIMA NO PALÁCIO DO GELO - Viseu

No passado dia 28 de Fevereiro, o Palácio do Gelo, em Viseu, foi o palco escolhido para a Prova de Esgrima com os alunos do Centro deFormação de Esgrima/Escola de referência do Agrupamento de Escolas Ana deCastro Osório de Mangualde, que serviu de demonstração do que é a modalidade ao mesmo tempo que se publicitou o Campeonato Nacional e as actividades desenvolvidas pelo centro de formação.






Meio milhar de pessoas pela Loja do Cidadão no centro histórico

Meio milhar de comerciantes e cidadãos de Viseu exigiu hoje que a Loja do Cidadão seja transferida para o centro histórico, para que funcione como "loja âncora" e ajude a travar a desertificação daquela zona da cidade.

A Loja do Cidadão de Viseu está instalada na Quinta das Mesuras, entre o Hospital de S. Teotónio e a Biblioteca Municipal.

Os comerciantes fecharam hoje as suas lojas meia hora mais cedo e, juntamente com cidadãos, concentraram-se no Mercado 02 de Maio em nome desta causa, que entendem "ser urgente no contexto da estratégia de revitalização urbana", como refere um manifesto a enviar ao Governo e à Câmara de Viseu.

O presidente da Associação Comercial do Distrito de Viseu, Gualter Mirandez, recordou que "desde há cerca de um ano, quando se começou a falar numa possível mudança da Loja do Cidadão", manteve contactos permanentes e fez pressão junto das entidades responsáveis por este assunto.

"Pressão que se acentuou, e de que maneira, a partir do momento em que o secretário de Estado do Comércio disse que as lojas do centro histórico de Viseu tudo tinham a ganhar a partir do momento em que tivessem outras lojas âncora e referiu-se à Loja do Cidadão", acrescentou.

O dirigente associativo garantiu ter "a confirmação de que todas as forças vivas de Viseu" estão disponíveis para lutar por esta causa, nomeadamente dos deputados parlamentares do PS.

"Quando assim acontece não pode haver recuos. Temos o Município de Viseu, deputados de todos os partidos por Viseu, todas as forças vivas estão empenhadas neste assunto. Se calhar, pela primeira vez desde o 25 de Abril, estão reunidas todas as condições para trabalhar em conjunto", acrescentou.

Na sua opinião, este "não pode ser um problema de dinheiro, acima de tudo tem de ser um problema político".

Alexandre Azevedo Pinto, do Movimento de Cidadãos pelo Centro Histórico de Viseu, frisou que esta é uma causa "fundamental para revitalização do centro histórico, para a sua malha, o seu tecido económico e social".

"Exigimos que haja investimento público que funcione como uma `loja âncora` e que pode trazer ânimo a todos aqueles que hoje continuam com seus negócios abertos e optaram por continuar a viver no centro da cidade", afirmou.

Numa alusão à possibilidade de a Loja do Cidadão ser deslocalizada para o Palácio do Gelo Shopping, Alexandre Azevedo Pinto frisou que a presença massiva na concentração de hoje mostrou ser possível contrariar "inevitabilidades dos grandes interesses económicos que muitas vezes se sobrepõem à vontade dos cidadãos".

"Hoje, podemos estar a dar um contributo muito importante para começar a revitalizar o centro histórico da nossa cidade. Pode ser hoje o ponto de viragem que há muito esperávamos que acontecesse", sublinhou.

No seu entender, "há um compromisso moral, cívico e político para que não exista qualquer tipo de desculpas, hesitações ou recuos" que impeçam o desejo de ver a Loja do Cidadão no centro histórico.

AMF - "RTP"

PCP - Bernardino Soares

Bernardino Soares lamenta que direitos sejam «cada vez mais» postos em causa
O presidente do grupo parlamentar do PCP, Bernardino Soares, lamentou hoje o «ambiente de pressão» que se vive em Portugal, que considera pôr «cada vez mais» em causa o exercício de «direitos políticos e democráticos»
No âmbito do périplo que deputados do PCP estão a fazer pelo país, Bernardino Soares esteve em Viseu, onde simbolicamente colocou no Rossio cartazes a defender a liberdade de expressão.
«O problema das liberdades e exercício de direitos políticos e democráticos cada vez mais vai sendo posto em causa com o ambiente que está criado e que se reflecte depois na acção da polícia e mesmo em algumas decisões judiciais, que levam a que sejam restringidos direitos previstos na Constituição», afirmou aos jornalistas.

O deputado comunista referia-se ao facto de o Tribunal de Viseu ter condenado em Novembro do ano passado ao pagamento de 350 euros de multa dois militantes da Juventude Comunista Portuguesa (JCP) pelo crime de dano simples, por terem pintado um mural onde anunciavam o congresso da estrutura partidária.

Os jovens, de 25 e 29 anos, tinham sido detectados às 23h10 de 11 de Abril de 2006 pela PSP de Viseu a pintar uma parede do viaduto da circunvalação, junto à Universidade Católica, tendo a Câmara Municipal de Viseu, responsável pela sua manutenção, apresentado queixa.

Bernardino Soares frisou a necessidade de defender os direitos conquistados, sejam eles políticos ou sindicais, os últimos especialmente importantes em tempos de crise.

«Os direitos sindicais, dos trabalhadores e dos seus representantes, são cada vez mais afectados e atingidos. Não podemos deixar passar em claro aquilo que são direitos fundamentais conquistados pela revolução de Abril, previstos na Constituição e que, tal como o direito ao emprego, ao apoio social, à defesa dos direitos dos trabalhadores não podem ser postos em segundo plano pela política do Governo e pelo ambiente que se está a gerar no país», afirmou.

Referiu que a colocação de cartazes no Rossio de Viseu tem «um significado simbólico» porque houve uma situação concreta, mas afirmou que há situações de direitos postos em causa «em todos os outros pontos do país».

«Quando vemos que o Governo dá orientações para que prossigam processos contra dirigentes sindicais que se atreveram a protestar contra a sua política, que manda as polícias perguntar nos sindicatos quem são e quantos são os manifestantes e que na administração pública quando há lutas e greves há cada vez mais um ambiente de pressão sobre os trabalhadores que depois se repercute noutros sectores, o que estamos é a viver um momento em que é preciso dar um alerta democrático», sublinhou.

Lusa / SOL

Distrito fechou o mês de Janeiro com 17 120 desempregados


Um total de 17 120 desempregados (9926 mulheres), apurados em finais de Janeiro deste ano pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), colocam o distrito de Viseu no sétimo lugar do desemprego a nível nacional (3,9% de um total de 433 149).


Divulgados, ontem, no final de um plenário da União de Sindicatos de Viseu (USV), que debateu a situação social e laboral no distrito, os números revelam ainda que o desemprego subiu em quase todos os concelhos à excepção de Lamego (-9,3%), Penalva do Castelo (-15,1), Penedono (-15,6), Sátão (-1,6), Sernancelhe (-0,5) e Vila Nova de Paiva (-14,3).


O número de desempregados representa actualmente 25,22% da população activa. O desemprego de longa duração afecta 4959 pessoas e o registado entre jovens com idade inferior a 35 anos é de 7074.


"Estes dados não reflectem a efectiva realidade do desemprego no distrito porque se referem apenas a dois indicadores: inscritos para o primeiro emprego e para novo emprego", avisa João Serra, da USV. O sindicalista recorda ainda que os indicadores "não podem ser separados do crescente trabalho precário que atinge hoje 23% da população activa do país, sem incluir o falso trabalho independente".


A situação em que se encontram algumas das maiores empresas do distrito, parte das quais tem vindo a fechar, associada a factores externos e de natureza macroeconómica, leva a USV a exigir "medidas fortes de acompanhamento e responsabilização, quer do patronado quer do Governo". T.C.

in "JN"

Queda fatal no hospital gera polémica


Por: TERESA CARDOSO in "JN"

Esta quarta-feira, de madrugada, um homem caiu do 7.º andar do Hospital de S. Teotónio e morreu. Na mesma noite, um condutor passeou no recinto com uma faca. Sindicato de Enfermeiros Portugueses reclama segurança.

Foram duas situações anómalas ocorridas na mesma noite na unidade hospitalar viseense. Às três horas da manhã, António Rodrigues Marques, de 53 anos, internado há alguns dias nos serviços de Medicina, localizados no 7º andar, caiu de uma janela e estalou-se no solo. Sofreu morte imediata.

Algum tempo antes, a PSP foi chamada ao hospital, por um vigilante em serviço junto à porta principal, para averiguar a presença de um homem no recinto munido de uma arma branca. "Estaria a entrar num carro, com uma mulher, e exibiu a uma transeunte uma faca que trazia junto às calças. A patrulha chegou rapidamente mas não o localizou", disse ao JN o comandante Almeida Campos.

Luís Viegas, relações públicas do Hospital de São Teotónio (HST), desdramatiza o primeiro incidente e afirma desconhecer o segundo "Nada nos foi comunicado", afirmou. Garante que o hospital tem vigilância interna (médicos, enfermeiros e auxiliares) e externa (segurança privada), 24 sobre 24 horas, e nega existir qualquer tipo de insegurança.

O responsável recusou ainda que o HST esteja obrigado a manter fechadas as janelas do edifício para evitar incidentes como o que vitimou um doente internado. "Isto não é uma prisão. Além disso, há sempre pessoal em permanência nos serviços", afirmou Luís Viegas.

Diferente opinião tem Guadalupe Simões, do Sindicato de Enfermeiros Portugueses (SEP), que independentemente do que diz a lei, considera uma questão de "bom senso" ter as janelas inacessíveis, sobretudo em serviços como a Medicina ou Psiquiatria, "por precaução e para prevenir eventuais incidentes".

A dirigente sindical fala no "drama" dos enfermeiros quando se confrontam com acidentes como o que vitimou o utente do HST. "Temos defendido o reforço dos colegas afectos à Medicina e à Psiquiatria e sugerido que estes serviços, face à sua especificidade, funcionem no rés-do-chão para evitar estes casos".

O homem que caiu do 7º andar, residente em Silgueiros, onde é conhecido por "Alberico", foi enterrado ontem à tarde. O presidente da autarquia local, Carlos Coelho, lamenta o sucedido e diz que o HST "não pode lavar as mãos". Mais: "Se a família quiser apresentar queixa, a Junta de Freguesia de Silgueiros garante total apoio jurídico", promete.

Novas Respostas do Turismo



Secretário de Estado do Turismo Dr. Bernardo Trindade em conferência



O Secretário de Estado do Turismo, Dr. Bernardo Trindade, profere na próxima sexta feira dia 6 de Março, às 21H30, no Centro de Férias da INATEL, em Albufeira (Av. Infante D. Henrique), uma conferência intitulada “Novas Respostas do Turismo”.
Após a intervenção do Dr. Bernardo Trindade seguir-se-á um debate. O Algarve, Região Turística por excelência, foi o local escolhido para debater a estratégia e as perspectivas futuras do sector do Turismo, um sector vital para a economia portuguesa.
Esta conferência está integrada num ciclo promovido, em parceria, pela Fundação INATEL e Fundação Mário Soares, e que se propõe abordar os mais relevantes temas da actualidade (social, política, económica, cultural, entre outros), que se colocam à sociedade portuguesa no início do terceiro Milénio, sob o tema genérico “Novas Respostas a Novos Desafios” e que percorrerá todos os distritos e as duas Regiões Autónomas.
Desde as Conferências do Casino, onde falaram Antero de Quental, Eça de Queiroz e outros, depois proibidas pelo Duque D´Ávila, que para promover debates e a reflexão sobre os grandes problemas que se nos põem, as conferências são um excelente meio.
Que " Novas Respostas Internacionais"? Que "Novas Respostas do Estado", "Novas Politicas" e "Novas Estratégias de Segurança"? Que "Novas Politicas Económicas" e que "Nova Ordem Financeira"? Estarão as estruturas políticas preparadas para este novo momento histórico? E que "Novas Respostas da Sociedade Civil"? Que "Novas Respostas de Trabalho"? Que "Novas Respostas do Sindicalismo"? Que "Novas Respostas para os Tempos Livres"? O progresso tecnológico cresceu vertiginosamente, mas contribuiu para crescentes perigos de destruição da vida humana e do planeta.
Quais as "Novas Respostas da Energia", as "Novas Respostas do Ambiente" e as "Novas Politicas para os Oceanos"?A ciência rompeu barreiras, quebrou tabus, (re)produziu a vida humana, mas quais as "Novas Respostas da Ciência" e que "Novas Éticas"? Apesar do progresso, persistem profundas desigualdades sociais. Que "Novas Respostas à Exclusão"? Quais as "Novas Respostas da Igreja Católica" e que " Novas Respostas de Solidariedade"?
As sociedades tornaram-se interculturais, com distintos estilos de vida e novas concepções. Quais as "Novas Respostas da Cultura"? As "Novas Respostas da Educação"? e as "Novas Respostas do Ensino Superior"? Que "Novas Respostas às Problemáticas do Género"? Que "Novas Respostas às Questões das Famílias"? Que "Novas Respostas da Comunicação"? Que "Novas Respostas da Fala em Português" e que "Novas Respostas do Turismo” ?.
As Conferências são de entrada livre e decorrerão durante um ano, até Março de 2010, em todo os distritos do país e nas Regiões Autónomas.


FUNDAÇÃO INATEL


INVESTE MEIO MILHÃO DE EUROS EM APOIOS A COLECTIVIDADES PLANOS NACIONAIS DE APOIO


O apoio às actividades culturais de carácter amador, levadas a cabo por centenas de associações por todo o país, constitui uma das vertentes essenciais da acção cultural da Fundação INATEL. Ciente de que a prática cultural amadora constitui uma das mais importantes manifestações da identidade cultural dos povos sendo, também, um dos factores mais importantes do seu desenvolvimento social e económico, a Fundação INATEL leva a cabo um conjunto de iniciativas de apoio a estas instituições, entre as quais, os Planos Nacionais de Apoio à música, ao teatro amador e à etnografia e folclore. Os Planos Nacionais de Apoio têm em vista fomentar as actividades das instituições associadas da Fundação INATEL, os Centros de Cultura e Desporto (CCD’s), numa estratégia de parceria permanente pautada por critérios de qualidade e de estímulo à criatividade e ao desenvolvimento das práticas artísticas amadoras. Esta é, também, uma forma da Fundação Inatel reconhecer a importância do movimento associativo, essencial na vida e na formação de muitos milhares de portugueses, sobretudo jovens entre os 15 e os 35 anos de idade. Os Planos Nacionais de Apoio da Fundação INATEL permitem que os CCD’s usufruam de apoios, como sejam instrumentos musicais (incluindo instrumentos tradicionais portugueses), equipamento cénico para teatro e de trajes e calçado tradicionais, num investimento anual que ronda os quinhentos mil euros, do qual beneficiam mais de 500 associações de todo o país. Com esta cerimónia de entrega, pretende-se, também, dar testemunho do trabalho que estes CCD’s têm vindo a realizar de forma constante ao longo de vários anos, sobretudo no âmbito da cultura tradicional, na etnografia, música e teatro.


Às bandas, coros, escolas de música, grupos etnográficos, grupos amadores de teatro e a todos os que fazem com que a prática cultural amadora seja uma realidade viva e pujante em Portugal, todos temos a agradecer a perseverança e o trabalho que desenvolvem em prol da preservação da cultura tradicional e da formação cultural dos nossos concidadãos.


EM VISEU APOIOS A:


Bandas, Coros e Escolas de Música

Filarmónica da Boa Educação Vila Cova de Tavares; Sociedade Artística e Musical de Cinfães; Banda Musical Progressiva de Vila Cova à Coelheira; Centro Social e Cultural Def. Amb. Patrim. Orgens; Orfeão de Viseu; Grupo Cultural Recreativo Sto. Amaro de Azurara; Canto e Encanto, Associação Cultural; Banda Aliança Pinho; Sociedade Musical 2 de Fevereiro; Banda de Música de Oliveira de Frades; Banda de Música de S. Cipriano A Velha; Filarmónica Harmonia de São Pedro do Sul; Banda Musical Ferreirim; Sociedade Filarmónica Fraternidade; Sociedade Musical Vouzelense; Associação da Banda Musical de Gouviães; Sociedade Filarmónica de Mões; Associação Recreativa da Banda Musical Ribeiradiense; Banda Juvenil da Câmara Municipal de Nelas; Banda Marcial de Cambres; Sociedade Musical Cultura Recreio Paços Vilharigues; Associação Humanitária e Cultural Abrunhosa-a-Velha; Filarmónica de Salzedas; Filarmónica Tondelense; Filarmónica Verdi Cambrense; Filarmónica de Ribafeita.


Grupos Etnográficos

Rancho Folclórico de Passos de Silgueiros; Rancho Folclórico de Santo Amaro de Azurara; Associação Cultural de Cinfães; Rancho Folclórico e Etnográfico de Santa Maria de Cárquere; Grupo de Danças e Cantares de Vila Maior; Associação Etnográfica e Recreativa de Penajoia; Grupo Coral e Instrumental da CP de Caparrosa; Associação Mangualde Azurara; Rancho Folclórico de Mundão; Rancho Folclórico de Rio de Moinhos; Rancho Folclórico de São Pedro de France; Rancho Folclórico Os Rouxinois do Dão de Fagilde; Grupo de Cantares de Lafões; Rancho Folclórico da Casa do Povo de Cepões; Associação Recreativa e Cultural de Pindo; Associação Desportiva Cultural e Recreativa Relvense; Associação Cultural de Santiago; Associação Cultural e Recreativa de Solidariedade Social São Pedro de France; Grupo de Cantares da Associação Recreativa e Cultural de Vila Chã de Sá; Teletuna - Clube Portugal Telecom; Grupo de Cantares O Sincelo; Centro Cultural e Recreativo Ferreirim; Associação Cultural e Recreativa O Rancho Infantil de Tendais.


Grupos de Teatro

Casa do Povo de Abraveses; Morenitas de Alva; Associação Cultural e Recreativa de Lordosa; Teatro Experimental de Intervenção Alvarim; Trajes e Cantares de Loumão; Seatriz - ADCRS S. João do Monte; Associação Etnográfica e Recreativa da Penajóia.

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Comemorações do Dia do RI 14 (19 Março):


Palestras e Exposição Fotográfica sobre o Exército Português na I Guerra Mundial (1914-18)


O Regimento de Infantaria nº14 (RI 14) no âmbito das Comemorações do Dia da Unidade (19 de Março) vai realizar, no dia 5 de Março de 2009, a partir das 18:00, no Solar do Vinho do Dão, Fontelo-Viseu, uma sessão cultural que inclui: palestras históricas sobre a intervenção do Exército Português e, em particular, do RI 14 na I Grande Guerra (1914-18); actuação do Grupo de Metais da Banda Militar do Porto; e, abertura da Exposição Fotográfica de Arnaldo Garcez “Imagens da I Guerra Mundial”.

A Dra Isabel Pestana Marques, Mestre em História Contemporânea pela Universidade Nova de Lisboa, membro do Conselho Científico da Comissão Portuguesa de História Militar e autora dos livros Das Trincheiras com Saudade (A Esfera dos Livros) e Memórias do General (1915-1919) (Fundação Mariana Seixas), apresentará uma palestra sobre o tema “O Exército Português nas trincheiras da Grande Guerra”.

O Coronel de Infantaria Rui Moura, Comandante do Regimento de Infantaria nº 14, apresentará uma palestra sobre o tema “O RI14 na Grande Guerra”.

Será igualmente aberta oficialmente a Exposição “Imagens da I Guerra Mundial”, de Arnaldo Garcez, que mostra em mais de 100 fotografias a vida do soldado português no seu quotidiano. Arnaldo Garcez (1885-1964), repórter fotográfico “freelancer” de jornais de Lisboa, acompanhou o Corpo Expedicionário Português (CEP), de 1916 a 1919, como “alferes equiparado”, tendo feito a cobertura completa da participação portuguesa na Guerra desde os treinos em Tancos, em 1916, passando pelas trincheiras da Flandres, em 1917-18, e terminando nas paradas da Vitória em Paris, Bruxelas e Londres (1919).

A Exposição estará exposta ao público no Piso 0 do Palácio do Gelo, entre 6 e 22 de Março, acompanhada de uma pequena mostra de armamento, equipamento e fardamento da época.


Exposição, teatro, música, palestras e folclore no Cine-teatro S. Pedro


Durante o mês de Março



O Cine-teatro S. Pedro, em S. Pedro do Sul, continua a receber várias iniciativas que a Câmara Municipal tem programado mensalmente para aquele espaço. Exposição de pintura, teatro, música, palestras e folclore preenchem o cartaz do mês de Março.

No próximo domingo, dia 8, pelas 16 horas, sobe ao palco a peça de teatro para a família “A ratinha vaidosa”, apresentada pelo Cénico – Grupo de Teatro Popular de S. Pedro do Sul.

Nos dias 10 e 11 de Março (terça e quarta-feira), às 9h30 e 10h30, o Cénico leva à cena a mesma peça, desta vez para as crianças dos Jardins-de-Infância do concelho, no âmbito do projecto da autarquia “Educar para a Cultura”.

No sábado, dia 14, pelas 21h30, o Grupo Cénico do Orfeão de Viseu vem a S. Pedro do Sul apresentar a peça “A birra do morto”, inserida no ciclo de espectáculos comemorativos dos 25 anos do Alafum – Grupo de Cantares de Lafões.

No dia 20 de Março (sexta-feira), pelas 21 horas, será a vez de uma palestra sobre álcool e saúde, subordinada ao tema “Casa(s) de pais, Escol(h)a de filhos” que terá como oradoras Ana Feijão e Alexandra Almeida, do Centro Regional de Alcoologia do Centro (CRAC), no âmbito do Projecto “Bem Crescer em S. Pedro” e Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ) de S. Pedro do Sul.

No dia seguinte, sábado, 21 de Março, pelas 21h30, haverá um Sarau Cultural com música, dança e teatro, organizado pelos alunos do 12º ano da Área Projecto da Escola Secundária de S. Pedro do Sul.

No domingo, dia 22 de Março, pelas 15 horas, o Cine-teatro recebe a V Mostra de Folclore Regional com as presenças do Grupo de Danças e Cantares da Serra da Gravia, do Rancho da Freguesia de Serrazes, do Rancho Folclórico da Freguesia de Sul e do Rancho Folclórico da Freguesia de Figueiredo de Alva.

A terminar o mês, no dia 27 (sexta-feira), pelas 15 horas, haverá mais uma palestra, desta vez subordinada ao tema “Cuidado com as burlas” e que será proferida pelo Comandante do Posto da GNR local, Sargento Pedro Costa.

Até ao final do mês pode ainda visitar uma exposição de pintura, da autoria de Augusto Hilário de Almeida, inserida no projecto da autarquia “Sensibilidades Artísticas do Concelho”. A mostra pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 9 às 12 horas e das 14 às 17 horas.