domingo, 8 de março de 2009

Campeonato Nacional de Esgrima - Júniores

O Regimento de Infantaria nº14 (RI 14), no âmbito das Comemorações do Dia da Unidade (19 de Março), recebeu no seu Pavilhão Gimnodesportivo o Campeonato Nacional de Esgrima – Juniores, nos dias 7 e 8 de Março de 2009.
Organização da Associação Viseense de Bombeiros Voluntários e Agrupamento de Escolas D. Ana de Castro Osório, de Mangualde, com colaboração do Governo Civil de Viseu, Câmaras Municipais de Viseu e Mangualde, Comité Olímpico Português, Federação Portuguesa de Esgrima, Direcção Regional de Educação do Centro, entre outras entidades.

Fotografias cedidas por: David Teixeira









































EM DIRECTO DO CITY. COM


Noite viseense ao rubro


O grupo musical "Kotazasolta" em espectáculo no "city.com" está a animar a noite que já se considera das Mulheres!Novas e menos novas, mas todas bonitas, são as mulheres que antecederam o dia 8 de Março para celebrar o Dia da Mulher.O local escolhido foi o Bar "city.com" em viseu grandiosamente animada pelos "Kotazasolta", um grupo da região de Viseu que está a fazer saltar das cadeiras as mulheres viseenses!


























sexta-feira, 6 de março de 2009

RI 14 - Comemorações

No âmbito das comemorações do Regimento de Infantaria 14, decorreu no dia 5 de Março, no Solar do Dão, em Viseu, uma cerimónia festiva com palestras e uma exposição de 113 fotografias da I Grande Guerra, do já falecido fotógrafo Arnaldo Garcês.Isabel Pestana Marques, Mestre em História Contemporânea pela Universidade Nova de Lisboa, membro do Conselho Científico da Comissão Portuguesa de História Militar e autora dos livros Das Trincheiras com Saudade (A Esfera dos Livros) e Memórias do General (1915-1919) (Fundação Mariana Seixas), apresentou uma palestra sobre o tema "O Exército Português nas trincheiras da Grande Guerra".





A entrada do Solar do Dão foi maravilhosamente bem decorada pelo Regimento de Infantaria




Exemplar da farda dos soldados da I Grande Guerra




Por entre os demais convidados, ao centro, Francisco Peixoto Presidente da Fundação Mariana Seixas



Vista geral do Salão de Conferências




Livros da autoria de Isabel Pestana



Vista geral da Exposição de fotografia



Exposição



Convidados e Oficiais do RI 14



Convidados e Oficiais do RI 14



Oficiais do RI 14



Na frente, à esqª a Drª Isabel Pestana acompanhada do Comandante do RI 14, Coronel Rui Moura



Rui Moura e Isabel Pestana



Elementos do RI 14 no serviço de catering



Mónica Silva e José Moreira durante a visita à Exposição



O Comandante do RI 14 com um dos convidados



Na foto, os convidados maravilhados com as fotografias de Arnaldo Garcês

FLOWER PARTY school house


V Extreme Lagares Penafiel - 14 e 15 de Março de 2009


Regulamento Particular



O EXTREME CLUBE LAGARES organiza nos dias 14 e 15 de Março a primeira prova do Troféu Nacional de Extreme.


As inscrições estão limitadas a 100 equipas ou até ao dia 28 de Fevereiro de 2009.
Atribuição de números:
Serão atribuídos de 1 a 5 aos 5 primeiros classificados na última edição, seguindo o palmares internacional, nacional e depois a ordem de recepção das inscrições.

Participam na prova apenas equipas compostas por dois pilotos e duas motas.

Os Pilotos apenas podem participar com motas de Enduro ou de MotoCross. Em caso de dúvida sobre a classificação da mota a decisão sobre a participação, ou não, da mesma fica a cargo da organização.

No dia 14 de Março de 2009 as equipas terão de fazer as verificações documentais e técnicas entre as 09:00 e as 18 horas e terão que deixar as motas em parque fechado até às 18:30 horas.
Neste mesmo dia teremos o jantar convívio às 20 horas que será oferecido pela organização.

No dia 15 de Março de2009 a primeira equipa sai do parque fechado (1) às 07:55 horas saindo as restantes equipas de minuto a minuto por ordem de inscrição.

A ligação do parque fechado ao prólogo é de 500 metros onde podem aquecer os motores para a partida.

O prólogo realiza-se das 08:00 horas às 10:00 horas. Este será realizado pelos dois pilotos e o tempo do segundo piloto a terminar dá a ordem de partida da equipa. As equipas que não fizerem o prólogo dentro do tempo previsto para o efeito ficam com o tempo do último classificado acrescido de 1 minuto.
Cada equipa terá 30 minutos para por a mota em parque fechado (2) após fazer o prólogo. Caso contrário arrancará em último acrescido de 1 minuto.
Será realizado um briefing para todos os pilotos às 10:30 horas onde serão esclarecidos todos os assuntos relacionados com a prova.
A hora de partida para a prova é às 11 horas. As equipas partem uma a uma com espaçamento de 1 minuto entre elas.
A partida será organizada por ordem ascendente do tempo de realização do prólogo, ou seja, a equipa com menor tempo realizado no prólogo arranca em primeiro e assim sucessivamente.
A prova tem a duração máxima de 6 horas sendo desclassificadas as equipas que ultrapassem esse tempo.
Não é permitido qualquer tipo de ajuda aos pilotos quer por parte do público, quer por partes dos membros das suas equipas. As equipas podem ajudar umas às outras apenas em caso de afunilamento ou outros casos excepcionais.
O percurso tem três zonas de assistência (ZA).
Apenas e unicamente dentro das ZA é que os pilotos podem ser auxiliados pela sua equipa técnica.
Os abastecimentos de combustível apenas poderão ser realizados nas ZA.
Teremos dois pontos de controlo horário no percurso, um na ZA2 e outro na ZA3. Caso não cheguem à hora estipulada a este CP terão de regressar à ZA1 por percurso alternativo o qual estará devidamente sinalizado.
Esgotado o tempo de 6 horas os pilotos que ainda não terminaram a prova devem regressar ao Padock por percurso alternativo.
Será entregue a cada piloto uma carta de controlo (CC) que deverá ser validada em todos os postos de controlo (CP). A CC será entregue pela equipa no final e a não entrega desta ou a falta de validação num dos CP terá resultará na desclassificação da equipa.
Para se classificar a equipa terá de completar o percurso na totalidade dentro das 6 horas e com a validação de todos os CP na CC.

A classificação final será organizada por ordem ascendente do tempo de realização da prova.

Ganha a equipa que tiver menos tempo de realização da prova e assim sucessivamente.

Serão atribuídos troféus e prémios monetários para os 5 primeiros classificados e uma lembrança para todos os participantes.

Os prémios são:

1º Lugar – Duas AJP 200
2º Lugar – 1.500,00€
3º Lugar – 750,00€
4º Lugar – 300,00€
5º Lugar – 150,00€


Contactos
geral@extremelagares.com


Director de Prova
Paulo César: paulomoreira@extremelagares.com


Directores Adjuntos
Bruno Moreira: brunomoreira@extremelagares.com


Zé Maria: zemaria@extremelagares.com

quinta-feira, 5 de março de 2009

SAÚDE - Internos de todo o país juntam-se em Coimbra




debate científico inovador



Centro Hospitalar de Coimbra convoca médicos de todas as especialidades para mostrarem e partilharem experiências clínicas e científicas


É o encontro do género mais antigo em Portugal e este ano lança novamente o repto a médicos internos e especialistas de todo o país: a 13ª Semana do Interno do Centro Hospitalar de Coimbra (CHC) quer levar a comunicação no seio da comunidade médica a um novo nível. O encontro, que decorre entre 23 e 28 de Março, desafia os profissionais a participarem em cursos e apresentações de trabalhos de áreas importantes no presente e no futuro da medicina portuguesa.


A iniciativa, que abrange todas as especialidades, é também uma oportunidade para internos de ramos da Medicina com menor visibilidade poderem expor os seus trabalhos. "Há especialidades que conseguem efectivamente muita projecção, quer ao nível da comunidade médica, quer na própria sociedade, mas há outras especialidades, menos conhecidas, que importa apresentar. E a Semana do Interno oferece essa possibilidade", explica a directora do Internato Médico do CHC, Maria João Neto.


Criada em 1993, a Semana do Interno do CHC surgiu com o objectivo de dar a palavra aos médicos internos de todas as especialidades e de todos os pontos do país, de promover a comunicação entre os profissionais e abrir novos horizontes na Medicina em Portugal.


"É difícil estimar o número de participantes esperados na Semana do Interno, mas esperamos centenas ao longo dos dias", refere o director científico da biblioteca do Hospital Geral do CHC, Luís Trindade.


A 13ª Semana do Interno do CHC integra ainda um leque de cursos destinados aos futuros especialistas. No dia 23 de Março (segunda-feira), terá lugar o I Curso Radiológico, ministrado pelo Serviço de Imagiologia do CHC. No dia seguinte, o Serviço de Cirurgia do mesmo Centro Hospitalar, com o apoio da Johnson & Johnson, oferece a possibilidade de os inscritos adquirirem formação teórico-prática sobre suturas. Na quarta-feira, dia 25, é a vez de Luísa Ribeiro, investigadora da Associação para Investigação Biomédica e Inovação em Luz e Imagem, ministrar um curso de iniciação à investigação clínica e, no dia 26, o Serviço de Cardiologia do CHC orienta a formação em electrocardiografia clínica. Sexta-feira e sábado, a terapêutica da dor dá o mote a um curso promovido pela Fundação Grünenthal.


A Semana do Interno "não é uma sucessão de palestras, mas sim uma oportunidade para frequentarmos acções de formação e fazermos novos contactos que poderão constituir uma mais-valia para o futuro", sublinha o médico interno Filipe Palavra, da comissão executiva da iniciativa.


A frequência dos cursos não requer qualquer pagamento extra, relativamente à inscrição na Semana do Interno.


Os resumos dos trabalhos a apresentar poderão ser entregues até ao dia 7 de Março (sábado). Para se inscreverem na iniciativa ou para obterem informações adicionais, os interessados poderão consultar o site da 13ª Semana do Interno do CHC, em http://www.semanadointerno.com/. O custo de participação é de 15 euros (até 23 de Março) ou 20 euros por pessoa (após 23 de Março).


Na School House


Protocolo assinado

O Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Laurentino Dias, presidiu no dia 2 de Março, pelas 11 horas, no Hotel Montebelo, em Viseu, à cerimónia de assinatura do protocolo entre o Instituto de Desporto de Portugal, I.P. e a Associação Nacional de Municípios Portugueses sobre a Carta Nacional das Instalações Desportivas.
A cerimónia contou com as presenças do Presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses, Fernando Ruas, e dos Presidente e Vice-Presidente do Instituto de Desporto de Portugal, respectivamente Luís Sardinha e João Sequeira.
A Carta Nacional das Instalações Desportivas, objecto deste protocolo, deverá reunir a informação indispensável ao conhecimento da rede de equipamentos desportivos e como tal constituirá um instrumento de primordial importância para a realização de planos, programas e outros instrumentos directores que regulem o acesso a financiamentos públicos e que diagnostiquem as necessidades e estabeleçam as estratégias, as prioridades e os critérios de desenvolvimento sustentado da oferta de infra-estruturas e equipamentos desportivos;
Tais objectivos pressupõem o estabelecimento de um sistema informático de recolha, registo e gestão de informação que assegure, para além do rigor técnico, uma uniformidade de critérios e indicadores na caracterização da rede de equipamentos desportivos a nível nacional, regional e local, e sua regular actualização.
Para o conseguir, o IDP, I.P., tem vindo a desenvolver um sistema de informação geográfica da Carta Nacional das Instalações Desportivas, com o objectivo de racionalizar a recolha, o registo e a organização da informação incidindo sobre todo o território nacional.
O referido sistema de informação geográfica virá possibilitar, numa primeira fase, a revisão e actualização on-line da informação actualmente disponível, ampliando o seu âmbito e dando início a um novo ciclo no domínio da Carta Nacional das Instalações Desportivas, que passará a dispor de uma base interactiva de trabalho.
Numa segunda fase, deverão ser consolidadas as rotinas de actualização on-line e permanente, associadas ao licenciamento dos novos equipamentos ou intervenções nos existentes, articulando-se a intervenção dos Municípios, Serviços Desconcentrados do IDP, I.P., e respectivos Serviços Centrais, que assegurarão a gestão e a acessibilidade à informação;A par da recolha e gestão do acesso a essa informação, será assegurado pelo IDP I.P., em articulação com as páginas electrónicas dos Municípios, a divulgação ao público, mediante consulta da Carta Nacional das Instalações Desportivas, do conjunto de instalações disponíveis e acessíveis para a prática desportiva individual ou organizada, com suporte de imagem e cartografia/vista aérea, através do recurso a aplicações actualmente existentes e amplamente divulgados, como seja o Virtual Earth.

Família ameaçada de despejo por ter a casa suja

Empresa municipal foi a tribunal justificar a acção com situações passíveis de ameaçar a saúde pública

Por: TERESA CARDOSO in "JN"
Três moradores do Bairro Municipal ou da Cadeia, no centro da cidade, correm o risco de ficar sem tecto por terem a casa suja. O despejo sumário segue no Tribunal Judicial de Viseu. A autarquia justifica a acção com a defesa da saúde pública.

Está marcada para o dia 21 de Abril, no Tribunal Judicial de Viseu, a segunda sessão do julgamento relativo ao processo sumário de despejo de uma família que mora na casa nº 51 do Bairro Municipal. A acção é movida pela empresa municipal Habisolvis que alega vários incumprimentos dos inquilinos, nomeadamente no que respeita à higiene e salubridade do imóvel, para intentar o seu despejo sumário.

A ir por diante o processo, três pessoas poderão ficar na rua: uma mulher de 39 anos, o companheiro de 80 e um primo deste de 50 anos. "Se nos tirarem daqui, não sei o que vai ser da nossa vida. As assistentes sociais dizem que o meu homem pode ir para a casa dos filhos e eu para a da minha mãe, em Aveiro. Mas não vamos aceitar. Estamos juntos porque gostamos um do outro e ninguém nos vai separar", garante Maria Reis Esteves.

Anteontem, na primeira sessão do julgamento, técnicos da Habisolvis lembraram alguns aspectos dominantes da acção de despejo, nomeadamente a falta de limpeza.

"Dizem que nos deram a casa em bom estado, com sanita e tecto novo, e que nós estamos a dar cabo dela com a porcaria dos gatos. Não é verdade. É certo que umas vezes está mais limpa do que outras. Mas isso acontece com toda a gente. No nosso caso, o problema está no telhado que deixa entrar a água por todos os lados. Por isso é que temos a roupa amontoada pelos cantos e os baldes espalhados pela casa", defende-se a inquilina.

A residir na habitação há meia dúzia de anos - desde que ardeu a casa onde o companheiro vivia, no mesmo bairro -, Maria Reis perdeu o trabalho de auxiliar hospitalar e depende da reforma de 300 euros que o homem recebe.

"Temos dificuldades, mas vamos sobrevivendo. Agora um pouco melhor, desde que a Santa Casa da Misericórdia decidiu ajudar-nos com a oferta do jantar todos os dias, e do almoço aos fins de semana", relata a mulher.

A pagar 1,20 euros de renda, Maria Reis pede à Habisolvis mais uma oportunidade. "Arranjem-nos uma casinha em melhor estado, que há muitas vazias no bairro, e verão que saberemos cuidar dela", promete angustiada.

GOLFE - COM 3 TACOS TAMBÉM SE JOGA COM SUCESSO


O Clube de Golfe de Viseu convidou os seus membros a testarem os seus dotes de golfistas e, com apenas 3 tacos jogarem um torneio de 18 buracos no Campo de Golfe Montebelo.


À chamada compareceram cerca de 30 associados que desafiaram o frio e o nevoeiro que a manhã do passado sábado apresentava.

Uma das dificuldades encontradas pelos participantes recaiu na escolha dos melhores “tacos” para atacarem a prova. Se habitualmente partem para o campo com 14 tacos no saco, desta vez eram permitidos apenas 3.

Esta modalidade serve para melhorar a sensibilidade e a perícia do jogador, sendo um treino muito produtivo. O jogador tem que imprimir mais ou menos força ao swing, mais ou menos inclinação aos tacos.

O objectivo foi cumprido e os resultados surpreenderam, com alguns “atletas” a superarem e muito os resultados que habitualmente alcançam com o “saco cheio” de tacos.

Miguel Pinto, um jovem associado do clube venceu com 40 pontos, sendo seguido por José Artur com 39. O conhecido industrial de restauração gracejou no final do torneio “ se tivesse mais um taco, fazia o par do campo”
.
Carlos Tinoco oferece o prémio ao vencedor Miguel Pinto

No “top 5” ficaram ainda José Manuel Santos, Diogo Daniel e Jorge Toste todos com 36 pontos.

Mais do que uma competição, este foi um convívio que serviu para os sócios do Clube de Golfe de Viseu estreitarem laços de amizade. Basta ver que os prémios para os três primeiros foram bolas de golfe. Cada jogador na inscrição ofereceu uma bola nova que serviu para premiar os melhores.

GOLFE - CARLOS TINOCO CAMPEÃO EM ÁFRICA

O golfista vissense Carlos Tinoco venceu a final do Circuito Golfe & Comunicação realizado no Arabella Golf Club na Cidade do Cabo na África do Sul.

A prova encerra anualmente o circuito promovido por Mário Carvalhosa e este ano contou com a presença de três sócios do Clube de Golfe de Viseu, que se apuraram nos diversos torneios realizados ao longo do ano, incluindo provas no Campo Montebelo em Viseu.


O presidente da colectividade, Carlos Tinoco foi o melhor representante, vencendo em net com 38 pontos. Luís Leitão foi segundo com 36 e João Navega obteve o quinto lugar com 30 pontos. Leitão foi ainda o vencedor gross.

Carlos Tinoco num dos greens do Arabella Golf Club


Carlos Tinoco afirmou que “esta é uma das minhas vitórias individuais mais saborosas, pois, a final foi muito competitiva e a viagem á África do Sul foi fantástica, com muitos e bons campos de golfe, boa alimentação e muitos sítios para visitar com muito sol”, concluiu.

O Circuito Golfe & Comunicação que se realiza há quase duas décadas terá em 2009 mais dois torneios em Viseu.

O Golfe Montebelo acolhe as provas Alcatel/Visabeira em e o torneio Abreu/Galileu/Lufthansa no mês de Maio, sendo duas das mais importantes competições do calendário do campo da Visabeira Turismo.

S. Pedro do Sul - “Uma árvore, minha amiga"


Campanha de sensibilização ambiental para os alunos das escolas de S. Pedro do Sul


“Uma árvore, minha amiga” é o nome da iniciativa que a Câmara Municipal de S. Pedro do Sul preparou para os alunos que frequentam o 1º Ciclo do Ensino Básico (CEB) e os Jardins-de-infância do concelho. Uma campanha que a autarquia repete este ano com o objectivo de sensibilizar os mais novos para a preservação da floresta.



No ano passado, os alunos do 1º CEB semearam carvalhos (árvore autóctone) no horto municipal em vasos próprios. As árvores semeadas no ano passado vão agora ser plantadas numa zona ardida do concelho, concretamente na Serra de S. Macário. O plantio dos carvalhos decorrerá de 23 a 27 de Março.

Em 2009 repete-se a sementeira de árvores no horto municipal, desta vez com as crianças dos Jardins-de-infância. A actividade decorrerá de 16 a 20 de Março, à semelhança do que aconteceu no ano passado com os alunos das 22 escolas do 1º CEB. No total, em 2008, participaram nesta acção mais de setecentas crianças.

quarta-feira, 4 de março de 2009

PERGUNTAS À DEMOCRACIA


Abaixo divulgamos a mensagem de D. Duarte de Bragança, chefe da CasaReal Portuguesa e presidente de honra do Instituto da DemocraciaPortuguesa, proferida hoje, por ocasião do encerramento do ICongresso Marquês Sá da Bandeira em Lisboa:

D. Duarte de Bragança
Tem vindo a crescer em Portugal um sentimento de insegurança quantoao futuro, sentimento avolumado por uma crise internacional,económica e social, de proporções ainda não experimentadas pelamaioria dos portugueses. São momentos em que importa colocarperguntas à Democracia que desejamos.
Admitindo-se que a situação concreta é grave, torna-se necessárioencará-la de frente, antevendo todos os aspectos em que osportugueses experimentam dificuldades.
Os tempos de crise vão-nos trazer privações mas também vêmexigir reflexão. Este é o momento de olharmos para o que somos.Para este país tão desaproveitado. Para a sua costa atlântica comPortos tão ameaçados, para uma fronteira tão vulnerabilizada, paraum património cultural tão desaproveitado.
Temos de perguntar até onde deixaremos continuar o desordenamento doterritório, que levou a população a concentrar-se numa estreitafaixa do litoral, ocupando as melhores terras agrícolas do país eesquecendo o interior, reduzido a 10% do PIB.
Temos de perguntar à economia portuguesa por que razão os bens deprodução são despromovidos perante os “serviços”, oimobiliário, e ultimamente, os serviços financeiros. O planeamentodas próprias vias de comunicação se subjugaram a essa visão.
Temos de perguntar até onde o regime democrático aguenta, semanaapós semana, a perda de confiança nas instituições políticas euma atitude de “caudilhização” do discurso.
Temos de perguntar até onde continuaremos a atribuir recursosfinanceiros a grandes naufrágios empresariais, ou a aeroportos ebarragens faraónicas que são erros económicos.
Temos de perguntar até onde o sistema judicial aguenta, semdesguarnecer os direitos dos portugueses, a perda de eficácia e amorosidade crescente dos processos.
Temos de perguntar se não deveríamos estabelecer um serviço devoluntariado cívico em que os desempregados possam prestar umcontributo à comunidade.
Temos de perguntar até onde as polémicas fracturantes que sóinteressam a uma ínfima minoria política, não ofendem a imensamaioria das famílias, preocupadas com a estabilidade pessoal eeconómica.
Temos de perguntar como vamos aproveitar o ciclo eleitoral que seavizinha, a começar pelas eleições europeias, onde serádesejável que apareçam independentes que lutem pelos interessesnacionais.
Temos de perguntar se nas relações lusófonas, estamos a daratenção suficente às relações especiais que sempre existiramentre Portugal e o Brasil.
Para ultrapassarmos as dificuldades, precisamos de todos os nossosrecursos humanos em direcção a uma economia mais “real”, maissustentada, mais equitativa, uma economia em que respirem todas asregiões a um mesmo “pulmão”.
Apesar de tudo, o nosso sector bancário fugiu das estrondosasirresponsabilidades dos congéneres mundiais. Saibam os Governosregulamentar os apoios para as empresas grandes, médias ou pequenasmas que sejam produtivas.
Em regime democrático, exige-se processos e discursos ditados peloimperativo de responsabilidade. A equidade e integridade territorialsó poderão ser obtidas com a participação de todos, e comsacrifícios para todos.
Estamos confiantes que somos capazes de fazer das nossas fragilidadesas nossas maiores vantagens. Onde outros tiveram soluções muitorígidas que falharam, nós venceremos promovendo os portugueses quelutam por um país de imensas vantagens competitivas.
Mostremos como somos um grande País, uma Pátria em que todos cabemporque acreditam na Democracia. Portugal precisa de mostrar o seuprojecto para o século XXI. Pela minha parte, e pela Casa Real quechefio, estou, como sempre, disponível para colaborar.