O "city.com" comemorou no passado domingo, 8 de Março, o Dia Internacional da Mulher.
A noite foi de festa, e no feminino, com direito a striptease masculino!
As fotografias falam por si!
Fátima Pinho foi incumbida, por José Junqueiro, de escolher o candidato do PS...
...afastando, assim, deste processo Hermínio Gonçalves. O Partido Socialista pretende anunciar os candidatos autárquicos do distrito de Viseu durante este mês e São Pedro do Sul continua a ser o único concelho onde ainda não houve fumo branco.
in "o caricas"

"Uma árvore, minha amiga”
para as crianças de S. Pedro do Sul
É já na próxima segunda-feira, dia 16 de Março, e até ao final da semana (sexta-feira, dia 20) que decorre a campanha de sensibilização ambiental “Uma árvore, minha amiga”. A iniciativa, organizada pela Câmara Municipal de S. Pedro do Sul, tem como público-alvo as crianças que frequentam os Jardins-de-infância do concelho.
Com o objectivo de sensibilizar os mais novos para a preservação da natureza, a autarquia sampedrense repete este ano a sementeira de carvalhos (árvore autóctone) no horto municipal, desta vez com as crianças dos Jardins-de-infância.
Alunos do 1º CEB plantam árvores que semearam no ano passado
No ano passado, os alunos das 22 escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico (CEB) semearam carvalhos no horto municipal em vasos próprios. As árvores semeadas no ano passado vão agora ser plantadas numa zona ardida do concelho, concretamente na Serra de S. Macário. O plantio dos carvalhos decorrerá de 23 a 27 de Março.
No total, em 2008, participaram nesta acção mais de setecentas crianças.
A barragem do Lapão, um investimento de quatro milhões de euros no concelho de Mortágua, está "ao abandono" e "sem utilidade".
Por: Amadeu Araújo in "DN"
A barragem, construída em 2001, esteve à beira do colapso em 2003 e desde então permanece vazia, sem segurança e de portões abertos. Entretanto o Governo prepara-se para investir mais quatro milhões de euros numa infra-estrutura cujo preço-base era de pouco mais de 500 mil euros.
A barragem, uma estrutura de terra para fins agrícolas, é propriedade da Direcção Regional de Agricultura do Centro (DRAC) e tem capacidade para 1,375 milhões de metros cúbicos e deveria possibilitar a rega nos 315 hectares da Várzea de Mortágua. Mas logo durante o primeiro enchimento apresentou fissuras no dique. Posteriormente foram verificadas outras anomalias e o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) mandou interditar e esvaziar a barragem.
Os produtores florestais do concelho, como Manuel Rodrigues, exigem "saber o que correu mal" e querem "a conclusão do regadio". Certo é que a barragem continua votada ao abandono e "sem segurança", conta Aníbal Gaspar, um morador em Felgueira, nas imediações da barragem. Com "portões abertos e sem guarda, qualquer um ali vai roubar equipamento ou aleijar-se", conclui.Seis anos depois do colapso, que a ameaçou de destruição, "não são conhecidos os responsáveis pelo problema" enquanto "a barragem continua ao abandono", afirma o presidente da Câmara de Mortágua que se mostra "preocupado com o atraso na recuperação" da infra-estrutura. Afonso Abrantes adianta que "a barragem permanece sem serventia e a fazer uma imensa falta aos produtores florestais e agricultores da região".
Em 2004, a DRAC abriu concurso para a reabilitação da barragem. Mas os trabalhos nunca principiaram. Um técnico da Câmara de Mortágua afirmou ao DN que "a reabilitação é tecnicamente mais complicada do que construir uma nova" e questionou "as responsabilidades do empreiteiro numa obra que correu mal". A última visita de um técnico ao local foi em Setembro de 2008. João Marcelino, técnico do LNEC, visitou a barragem e durante o 5.º Congresso Luso-Moçambicano de Engenharia afirmou que "a solução passa por desmontar a parte superior do aterro e reconstruir". A esperança está agora no "Orçamento de Estado que prevê um investimento de dois milhões de euros ainda este ano e outro tanto no próximo", afirma Miguel Ginestal, pre- sidente da Subcomissão Parlamentar de Agricultura, defensor da barragem em Mortágua. O DN tentou, sem sucesso, ouvir Rui Moreira, responsável pela DRAC.

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