terça-feira, 8 de dezembro de 2009

MotoClube de Viseu Solidário


O Motoclube de Viseu volta a realizar uma campanha de angariação de donativos para entrega em lares de crianças desfavorecidas, na tentativa de lhes proporcionar um natal mais soce e alegre.

O Lar de Santo António e o Lar de Santa Teresinha são as instituições que irão receber os donativos que forem entregues ao na sede do Motoclube de Viseu.

Aberta a partir das 21 horas, a sede do Motoclube será o ponto de recepção de todos os donativos que depois serão devidamente separados e seleccionados para posterior entrega.

O desafio é simples – basta juntar algumas peças de roupa usadas ou novas, alguns brinquedos e essencialmente alimentos (batatas, cebolas, arroz, açúcar, feijão, cereais, massas, azeite, óleo, etc) e entregar na sede.

O dia 20 de Dezembro foi a data escolhida para a visita aos lares, com o ponto de encontro agendado para as 13h30m na sede.

O Motoclube de Viseu espera contar com o apoio e solidariedade de todos, particularmente com os seus sócios e amigos.

Esta iniciativa vem no seguimento da ideia sugerida pela Motorsport e o grupo motard “Os Indecisos”, do Sátão. O Motoclube de Viseu sugeriu alargar a iniciativa e, este ano, vão juntar-se nesta missão os amigos “Mabecosos” de Ribafeita, “Os Cavernas” de Cavernães, o Moto Clube de Mangualde e o “Polimotarvis” de Viseu.

Como a união faz a força, temos a certeza que todos juntos podemos, com toda a certeza, fazer a diferença neste Natal para muitas crianças.

Palácio do Gelo apresenta exposição de postais de Natal


Trabalho realizado pelos alunos do
3º ano do Curso de Artes Plásticas
e Multimédia da Escola Superior de Educação



Palácio do Gelo Shopping recebe uma exposição de postais de Natal no piso 0 até dia 6 de Janeiro, resultado do trabalho realizado pelos alunos do 3º ano do Curso de Artes Plásticas e Multimédia da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viseu.

De entre os trabalhos apresentados, foi seleccionado um postal que será impresso e usado pelo Palácio do Gelo Shopping para envio de boas festas.

Esta é mais uma iniciativa do Palácio do Gelo Shopping, que procura construir relações directas e profissionais com instituições de ensino, como forma de potenciar a criatividade e o empenho dos alunos procurando, neste caso concreto, estabelecer propostas visuais que se aplicam num contexto real.


Agenda da semana:

Sábado 12 de Dezembro

12H30, 14H00, 17H30 e 19H00 (piso 3) – Espectáculo de Marionetas por Virgílio Zagalo

16H00 (piso 3 )– Classe de Cordas e Guitarras e Orquestra de Guitarras do Conservatório Regional Dr. Azeredo Perdigão.

Domingo, 13 de Dezembro

15H00 (piso 3) – “Sonhos Flutuantes” pela Companhia Marimbondo. A história do palhaço Zamboli, o palhaço que entra na sala de espectáculo para fazer a limpeza e é convencido pela sua vassoura a subir o palco… e a fazer ele o show.

16H00 (Pista de Gelo – piso 3) – “Peter Pan no Gelo”, espectáculo apresentado pelas classes de patinagem do gelo do Forlife – Desporto e Bem-Estar.


--------------------- MAIS ACTIVIDADES ---------------------------------

Até dia 24 de Dezembro haverá diariamente várias actividades direccionadas para os mais pequenos, como a presença do Pai Natal, a possibilidade de serem tiradas fotografias na sua companhia, o Comboio de Natal e os ateliers infantis com pinturas faciais e criações artísticas. Também haverá oportunidade de se realizar teatros infantis, hora do conto, espectáculos de marionetas e de música, assim como exposições realizadas por alunos de diversas escolas da região, numa clara interacção com a comunidade local.

Paralelamente a todas as acções de animação, os visitantes que durante estes dias fizerem compras no Palácio do Gelo Shopping ficarão habilitadas a valiosos prémios num sorteio que irá decorrer no próximo dia 6 de Janeiro, pelas 15h. Entre os principais prémios destacamos um Renault Mégane, Viagem às Caraíbas, Televisores, Conjunto de Peças Vista Alegre e Bordallo Pinheiro.

Consultar o regulamento disponível em www.palaciodogelo.pt e no balcão de informação do Palácio do Gelo Shopping.

Horários:

Semana: 16h00 às 22h00

Fins-de-semana e feriados: 11h30 às 22h00

Ateliers Infantis (pinturas faciais e ateliers artísticos)

Fotografias com o Pai Natal

Comboio de Natal

Lista de Prémios:

- Um Renault Mégane Sport Tourer, 1.5 DCI 90CV Dynamique.

- Viagem e estadia (7 noites) às Caraíbas com tudo pago

- 1 Televisor LCD LG 37 LF2510.

- 1 conjunto de peças Vista Alegre

- 1 Conjunto de peças Bordallo Pinheiro

- 1 Fim-de-semana no Hotel Montebelo Aguieira Lake Resort & Spa.

- 1 Fim-de-semana no Hotel Casa da Ínsua.

Sorteio dia 06 de Janeiro às 15h no Palácio do Gelo Shopping


leituras interessantes

Retirado do Blog "O Jumento"

O espectáculo triste do cavaquismo

Manuela Ferreira Leite e Cavaco Silva, as duas faces do cavaquismo na terceira idade, estão a dar um espectáculo triste evidenciando aquilo que esse mesmo cavaquismo foi, um projecto de poder sem qualquer projecto ou ideias para o país. Se Cavaco Silva lá vai mantendo aquela posse esfíngica que ele entende ser a apropriada para um Presidente da República, já Manuela Ferreira Leite deixou que o verniz se quebrasse e cada intervenção é um desastre, um chorrilho de declarações de puro ódio, sem qualquer consistência política e com um total desprezo pelo futuro do partido que lidera.

Se de Cavaco Silva se disse que era um eucalipto, secando tudo à sua volta, Manuela Ferreira Leite foi mais longe, sem tempo nem credibilidade para dirigir o partido por tempo suficiente para o secar, optou por tentar eliminar todos os adversários, os que com ela disputaram a liderança do PSD e os que pudessem vir a fazê-lo contra futuros candidatos cavaquistas. Incapaz de se afirmar pelas ideias que não tem e pelos projectos que não apresenta, a líder do PSD optou por tentar eliminar actuais e futuros adversários, a excepção foi Santana Lopes que se submeteu docilmente a troco de um emprego.

Ao fim de tantos anos em que cavaquismo foi apresentado como o melhor para o país e para o PSD os portugueses tiveram a aoportunidade de conhecer os métodos de duas personalidades de topo dessa "seita". Sem dinheiro para distribuir Cavaco Silva revelou-se um político banal, diria mesmo que quase rasca, um político sem coragem para apoiar um projecto, um político calculista que tudo condiciona à sua ambição pessoal. A sua actuação ou, como nos pretendem fazer crer, a actuação dos seus assessores no caso das escutas foi indigno de quem está na Presidência da República. Ferreira Leite revelou-se uma política pimba, sem ideias, sem princípios no debate político, chegando ao ridículo de esconder a sua pobreza intelectual com o argumento de não querer ver as suas ideias copiadas.

A dupla cavaquista insiste em manter-se, Ferreira Leite vai resistindo na liderança do PSD condicionando o partido às ambições pessoais de Cavaco Silva. A saída de Manuela Ferreira Leite está agendada para data mais próxima da decisão de Cavaco Silva se recandidatar, com a saída da sua amiga da liderança do PSD o ainda Presidente pode ensaiar um afastamento da futura liderança numa tentativa de enganar mais uma vez os eleitores de esquerda. Num papel invertido de viúva negra Manuela Ferreira Leite vai simular o seu fim político proporcionado a Cavaco Silva um exemplo de neutralidade política.

Resta encontrar uma alternativa que ponha fim ao cavaquismo, um cadáver político que insiste em fugir ao enterro.


segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Elementos que compõem o Governo Civil do Distrito de Viseu

Miguel Ginestal tomou posse como Governador Civil a 27 de Novembro, um cargo de nomeação política atribuído (com todo o mérito, diga-se) pelo Governo.

Hoje, os elementos que compõem o Governo Civil de Viseu são:


Cargo: Governador Civil do Distrito de Viseu

Nome: Miguel Bernardo Ginestal Machado Monteiro Albuquerque

Idade: 44 anos

Formação Académica: Licenciado em Ensino (Inglês/Português), Mestre em Gestão Pública




Cargo: Chefe de Gabinete

Nome: Mónica Patrícia Pinto da Costa

Idade: 30 anos

Formação Académica: Licenciada em Matemática, Mestre em Gestão Pública







Cargo: Adjunto

Nome: Leonel José Antunes Gouveia

Idade: 50 anos

Formação Académica: Licenciado em Ensino de Biologia e Geologia








Cargo: Secretário

Nome: Marco Alexandre Ferreira Rodrigues

Idade: 29 anos

Formação Académica: Licenciado em Psicologia Clínica e do Aconselhamento

Há dias de Sorte - acidente "insólito"

Carro "levanta vôo"
e "aterra" em cima de outro
Aparatoso acidente sem feridos graves a registar


Por volta das 13h do dia de hoje, no Bairro do Viso Sul, Viseu, um aparatoso acidente, envolvendo duas viaturas, foi apelidado de "milagroso" por não ter registado feridos face às circunstâncias.

Um SEAT e um FIAT, foram os carros que, no final da manhã de hoje, colocaram o espanto na cara de quem viu o resultado de um aparatoso acidente na zona do Viso Sul.


A situação deu-se quando o condutor do carro azul (SEAT), que levava dois ocupantes (condutor e pendura) terá entrado no cruzamento com a intenção de virar à esquerda. O condutor do carro cinzento (FIAT), que seguia pela estrada principal, não conseguiu evitar o choque com o outro veículo, embatendo no lado do condutor, mais concretamente na roda esquerda da frente, o que fez com que literalmente "levantasse vôo" aterrando em cima do SEAT e destruindo, com a parte da frente, o muro de uma moradia.


Por escassos centímetros, o condutor do FIAT escapou ao choque frontal com uma árvore, localizada junto ao muro, e que se poderia ter revelado fatal para o ocupante.


O SEAT ficou bastante danificado na zona primária do embate (lateral esquerda da frente) e no tejadilho, onde caiu o FIAT.



As causas do acidente ficaram por explicar, não havendo sinais de travagem no piso, de nenhuma das viaturas.

Milagrosamente, nenhum dos intervenientes no acidente teve ferimentos graves, contudo o INEM, que foi chamado ao local, acabou por transportar ao hospital o condutor do carro da marca FIAT e o pendura do SEAT.

O condutor do SEAT, José Carlos, 36 anos, diz que ainda não percebe como se deu o acidente e que já estava dentro do cruzamento quando o outro carro embateu no seu.


Carla Morais é a proprietária do FIAT, mas quem o conduzia era o seu namorado. Carla Morais, que não ia dentro da viatura só soube do acidente algum tempo depois.

Quando chegámos ao local, o condutor do carro cinzento estava a ser asssistido dentro da ambulância do INEM e logo de seguida foi para o hospital, pelo que não conseguimos apurar, na hora, a sua versão dos factos.

Os Bombeiros também estiveram no local, mas sem qualquer interveniência, acabando por se retirarem alguns minutos depois. A PSP tomou conta da ocorrência e fez os testes de álcool a ambos os condutores, e que se revelaram com um resultado de 0% de taxa de alcoolemia, nos dois casos.

DIA DE SORTE

José Carlos alega que o outro condutor vinha em excesso de velocidade e que nem se deve ter dado conta de que o seu carro estaria já dentro do cruzamento, mas reconhece que apesar do aparatoso acidente foi um dia de sorte e "um milagre" ninguém se ter magoado.

O proprietário da casa diz que também ele teve sorte no dia de hoje, pois minutos antes tinha estado no local onde o carro embateu, e só se ausentou porque a mulher o chamou. "Se não fosse a minha mulher a chamar-me tinha levado com o carro em cima", referiu

Contentores do Lixo dificultam visibilidade no cruzamento


Alguns populares no local atribuem como um possível factor para a causa do acidente uns contentores do lixo que, pela sua localização, retiram quanlquer visibilidade a quem entra no cruzamento, dificultando a visualização de outros veículos que possam circular na estrada principal.

Acrescentam, ainda, que é frequente, neste cruzamento, umas travagens mais bruscas, por parte dos automobilistas, para evitarem colisões com outras viaturas, tudo porque os ditos caixotes tapam por completo a visão a quem quer entrar no cruzamento e a quem vem a circular na estrada principal.

Texto e fotos: Cláudia Sofia

acidente insólito






domingo, 6 de dezembro de 2009

Gouveia - II Aniversário do Museu Automóvel


O Museu da Miniatura Automóvel, comemorou no passado dia 5 de Dezembro, Sábado, o seu segundo aniversário.

Dois anos depois, esta unidade museológica, constitui um verdadeiro foco de atractividade, foram milhares, os que de Norte a Sul do País, e fora deste, se deslocaram a Gouveia, para visitarem, esta unidade museológica única no País, e que em breve terá um novo espaço à sua disposição.

A comemoração do segundo aniversário do Museu, foi assinalado com um conjunto de acções, onde destacamos Homenagem aos Portugueses Campeões do Mundo; Rui Madeira; Carlos Sousa e Armindo Araújo, convidados também da 5º Conferência de Gouveia.

Neste dia foi ainda inaugurada a sede do recentemente criado Clube de Desportos Motorizados “Serra a Fundo” e apresentado o projecto “Limpar Portugal”.

Para os aficionados de Rally, esteve em exposição, no centro de Gouveia, o carro do recente Campeão do Mundo de Ralis /Produção – Armindo Araújo.

Por: Luís Costa

Encerramento do Congresso da ANMP

José Socrates encerrou o
Congresso da Associação
Nacional de Municípios


Estágios para 2 mil jovens
O primeiro-ministro apresentou ontem em Viseu uma “nova agenda política para o poder local”, e anunciou a criação de dois mil estágios nas câmaras municipais para jovens licenciados e desempregados.

José Sócrates, que falava no encerramento do XVIII Congresso da Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP), salientou que as autarquias “são essenciais” para a “competitividade, a recuperação económica e no combate à crise”. Nesse sentido, apresentou aos autarcas a “nova agenda política”, que assenta sem seis pontos: educação, modernização das estruturas viárias, energia, simplificação administrativa, equipamentos sociais e emprego. “Vamos criar nas câmaras municipais dois mil estágios para jovens licenciados”, referiu, garantindo uma “cooperação estratégica” com as autarquias .

A regionalização e finanças locais foram assuntos que dominaram o congresso. Os autarcas desafiaram os partidos a promover um novo referendo à regionalização e queixaram-se de que desde que entrou em vigor a nova Lei das Finanças Locais as verbas não transferidas para os municípios totalizam 570 milhões de euros.

PORMENORES

CORRUPÇÃO

O presidente doTribunal de Contas elogiou ontema ANMP pela ajuda prestada na luta contra a corrupção.

PLANO

Fernando Ruas lançou ontem o repto aos autarcas para que concluam os planos de gestão de riscoaté ao final do ano.

COMPETÊNCIAS

Autarcas exigiram novas competências e mais autonomia em temas como saúde, educaçãoe políticas sociais.

ANMP QUER UM FUNDO DE 770 MILHÕES DE EUROS

O presidente da ANMP reclamou o aumento do investimento público de proximidade e desafiou Sócrates a subscrever a criação de um fundo de investimento de 770 milhões de euros para dinamizar a economia regional. 'Estamos convictos de que no final do ano as estatísticas do desemprego teriam valores inferiores aos que se verificam', disse Fernando Ruas.

O autarca de Viseu foi reeleito presidente da ANMP com 94 por cento dos votos – 702 votos a favor, 30 nulos e 15 brancos – e viu as linhas gerais para o mandato serem aprovadas por unanimidade. Ruas lamentou a manutenção das 'assimetrias regionais', num País que 'cresce a várias velocidades' e que tem cidadãos de 'primeira e segunda'. Mário Almeida, presidente da mesa do congresso, voltou a criticar a limitação de mandatos 'imposta' aos autarcas.

DISCURSO DIRECTO

"A GESTÃO AUTÁRQUICA TEM SIDO MENORIZADA", Fernando Ruas, Presidente da Câmara de Viseu
Correio da Manhã – Foi eleito para o terceiro mandato à frente da ANMP. Quais vão ser as suas linhas fortes de actuação?

Fernando Ruas – A grande aposta vai ser continuar a lutar por mais autonomia do poder local, com novas competências mas também mais meios. Outro ponto importante e fundamental é a revisão das finanças locais.

As verbas do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) também são muito importantes para as autarquias...

– Sem dúvida, mas há muito a fazer, sobretudo no que diz respeito à sua concretização. É urgente a simplificação de processos do QREN.

O que pretende quando diz haver necessidade de contrariar uma "menorização" que existe em relação às autarquias?

– Há uma clara menorização da gestão autárquica, é evidente e todos os dias a sentimos em algumas atitudes do Poder Central, em despachos ministeriais autorizativos.

Os autarcas ficam sentidos com essa atitude?
– É claro que sim. Não podemos permitir os continuados ataques que têm vindo a ser feitos à nossa dignidade institucional.

vai ser o relacionamento entre a ANMP e o Governo?

– Da minha parte o mais colaborante possível. Mas todos têm que ter consciência que as autarquias praticam uma política de proximidade e são essenciais para o desenvolvimento harmonioso do País.

ANMP apresentou muitas propostas ao Governo. Que resposta espera de José Sócrates?

– Não sei. Há quatro anos apresentou uma agenda de políticas para o poder local mas depois a prática atraiçoou o discurso. Vamos ver.

Daqui a quatro anos deixa a presidência da Câmara de Viseu e da ANMP. O que pretende?

– Sair da forma como entrei, pela porta grande. E com a consciência de que fiz tudo pelo desenvolvimento local.


Por: Luís Oliveira in "CM"


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À MARGEM
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Em 2005 a agenda proposta por José Sócrates tinha cinco pontos (discurso AQUI)

Em 2009, o primeiro ministro acrescenta-lhe mais um....

sábado, 5 de dezembro de 2009

Diário do Congresso da ANMP (V)

Regionalização
na agenda dos autarcas


A regionalização e as finanças locais foram os dois assuntos que dominaram esta manhã os trabalhos do Congresso da Associação Nacional dos Municipios (ANMP) que está de decorrer no Pavilhão Multiusos de Viseu. Esta tarde, o primeiro-ministro José Sócrates juntar-se-à ao encontro.



Rui Solheiro, presidente da Câmara Municipal de Melgaço e vice-presidente da ANMP, pediu as todos os partidos políticos que façam avançar o processo da regionalização, para que o país se possa desenvolver de forma mais equilibrada. “Devemos exigir aos partidos politicos que se avance em definitivo com o processo de regionalização em Portugal”, referiu o autarca, adiantando que “deve haver um segundo nível de poder no País”.

No que se refere às finanças locais, Berta Cabral, presidente da Câmara de Ponta Delgada, e Miguel Albuquerque, presidente da Câmara do Funchal, ambos autarcas do PSD, fizeram um ultimato ao Governo para liquidar até ao final do ano os 15 milhões de dívida do Poder Central às autarquias das regiões autónomas.

Os autarca queixaram-se da retenção das receitas fiscais das suas autarquias. Berta Cabral defendeu também que as autarquias devem ter mais autonomia financeira porque se isso não acontecer “ficam reféns de outros nível de poder (governos Central e Regional”.

Nesta altura decorre a votação dos novos órgãos sociais para o qual apenas concorre a lista encabeçada por Fernando Ruas, presidente da Câmara Municipal de Viseu, que assim vai cumprir o terceiro mandato à frente da ANMP. O Conselho Directivo é constituido por oito autarcas do PSD, oito do PS e um do PCP.


Diário do Congresso da ANMP (IV)

Manuel Frexes
na vice-presidência
da ANMP


O presidente dos autarcas sociais-democratas, Manuel Frexes, foi o nome escolhido para ocupar a segunda vice-presidência da Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP), em substituição de Isabel Damasceno, que perdeu as eleições autárquicas em Leiria.


Na lista única para os órgãos sociais da ANMP, que será encabeçada por Fernando Ruas (Viseu), o autarca do Fundão é a grande novidade mas no conselho directivo entram também outros quatro presidentes de Câmara para o próximo mandato.

As votações estão a decorrer desde o início da manhã e, até ao momento, o modelo de eleição da ANMP - tradicionalmente por lista única e consenso entre PS e PSD - ainda não foi contestado pelos congressistas.


Diário do Congresso da ANMP (V)

Municípios querem
mais poder na gestão

dos recursos hídricos

O dirigente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) responsável pelo sector da água, Fernando Campos, defendeu que o regime hídrico nacional deve ter uma maior participação dos municípios portugueses.


É uma velha reivindicação, a de que os municípios devem ter uma responsabilidade condizente com a responsabilidade que têm, da distribuição da água para consumo humano no país. Tudo o que seja estar nos locais certos e próprios para ajudar a controlar essa responsabilidade, os municípios exigem a sua representação”, disse Fernando Campos, presidente da Câmara de Boticas.

O autarca salientou que actualmente os municípios estão “representados apenas naqueles grupos de trabalho criados para encontrar soluções”. “Mas depois a nossa representação na gestão é diminuta”, salientou. Fernando Campos salientou que os municípios não vão abdicar da “responsabilidade dos recursos hídricos e da água para consumo humano”. “Entendemos que o regime hídrico deve ter uma maior participação dos municípios portugueses”, declarou.

O responsável salientou ainda que a ANMP vai dirigir uma plataforma que vai monitorizar a nível mundial a responsabilidade assumida por governos e outras instituições para mitigar os problemas de falta de água em alguns países, sobretudo em África.

A proposta de criação deste grupo foi apresentada no Fórum Mundial da Água, realizado em Istambul, e aceite or todos os países participantes. “Estamos fartos de países e instituições que subscrevem acordos sobre apoios na questão da água e depois não cumprem”, disse Fernando Campos, realçando que, segundo a ONU, a água é um bem escasso para 400 milhões de pessoas em todo o mundo e em 2025 atingirá dois biliões de pessoas.


Diário do Congresso da ANMP (IV)

Congresso da Associação Nacional
de Municípios sensível
à pretensão madeirense


IRS em falta às câmaras nas conclusões da ANMP

Congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), reunida desde ontem em congresso, em Viseu, está solidária com a reivindicação das autarquias madeirenses relativamente à questão das transferências do IRS, suspensa pelo Governo da República.


A pretensão dos autarcas madeirenses vai constar nas conclusões do encontro magno dos municípios portugueses, afiançou ao JORNAL da MADEIRA o presidente da Associação de Municipios da Região Autónoma da Madeira, Roberto Silva.

Tal como referiu, «colocámos essa questão na agenda do congresso e nas conclusões que serão aprovadas este fim-de-semana».

Os autarcas contestam a decisão do Estado, tomada em Fevereiro último, em suspender a transferência de verbas (cinco por cento) do IRS para as Câmaras Municipais.

Roberto Silva congratulou-se pela forma solidária como a ANMP atendeu a esta situação, reconhecendo que «a questão da suspensão da transferência do IRS coloca-nos em desigualdade com os municípios do Continente».

Outra questão pertinente que os autarcas portugueses vão abordar neste encontro prende-se com a proposta de revisão da Lei das Finanças Locais.

Esta é uma matéria que Roberto Silva está igualmente de acordo e que deve ser tratada com urgência com o Governo da República.

O autarca do Porto Santo, considera que a actual Lei das Finanças Locais «foi criada nas costas dos municípios e que criou desequilíbrios novos, problemas ao nível da sustentabilidade financeira das Câmaras».

Outra questão que está na agenda do congresso dos municípios prende-se com a limitação de mandatos dos autarcas, legislação aprovada na Assembleia da República, mas que não colhe a simpatia dos responsáveis pelo poder local.

Diário do Congresso da ANMP (III)

Ruas contra "menorização" das autarquia

O presidente da ANMP voltou este sábado à carga contra o que disse ser a "menorização" das autarquias portuguesas, uma tendência que "belisca" a imagem do poder local. Na abertura do segundo e último dia do Congresso, Fernando Ruas recuperou mesmo um episódio "paradigmático da postura que se tem frequentemente anti-poder local". Há alguns anos, recordou, foi instado por um jornalista a reagir a "uma notícia complicada" de um jornal de referência cujo título era "Câmaras sem controlo": "Era sobre isso que me iam ouvir. Só que nem o responsável pela redacção nem o jornalista leram o resto. Aquilo referia-se a câmaras de videovigilância".

"Como estava tão arreigada esta postura anti-poder local, a primeira coisa era ouvir o presidente da ANMP. Há uma série de situações que têm levado a essa posição, nomeadamente algumas beliscadelas que têm acontecido", propugnou.

A ANMP, sustentou Fernando Ruas, constata "com frequência que há uma falta de reciprocidade entre os serviços que as câmaras prestam ao poder central e depois a ausência de resposta". O responsável deu um exemplo: "A própria forma como a Direcção-Geral do Património aliena o seu património nos nossos territórios sem a maior parte das vezes nos dar alguma explicação".

A decorrer sob o lema "Investir nas pessoas, desenvolver Portugal", o Congresso que reúne os presidentes de câmara dos 208 municípios portugueses, assim como os presidentes das assembleias municipais e um presidente de junta por município, deve reeleger este sábado Fernando Ruas para a presidência da ANMP. O primeiro-ministro, José Sócrates, e o presidente da bancada parlamentar do PSD, José Pedro Aguiar-Branco, marcam presença na sessão de encerramento.

Diário do Congresso da ANMP (II)

Fernando Seara (PSD)
rejeita "generalização" das suspeitas
de corrupção para todo poder local


O presidente da Câmara de Sintra, Fernando Seara (PSD) admitiu hoje à Lusa a existência de casos de corrupção no poder local mas rejeitou a generalização dessas suspeitas para todas as autarquias.



"O único nível do Estado onde surge a generalização [da corrupção] é nas autarquias. Nos outros níveis do Estado onde se suscitam problemas e indícios de corrupção não existem generalizações", afirmou Fernando Seara à Lusa, à margem dos trabalhos do Congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), que decorre em Viseu.

"Temos de assumir claramente: há corrupção. Há indícios de corrupção a todos os níveis dos poderes do Estado" mas "só nas autarquias é que há generalização", salientou o autarca de Sintra.

Diário do Congresso ANMP (I)

Declarações de Fernando Ruas

são de nível «primário»,

diz Secretário de Estado

O Secretário de Estado do Ambiente considerou, esta sexta-feira, as declarações de Fernando Ruas de nível «primário». O presidente da ANMP criticou aquilo que classificou de «fundamentalismos bacocos» das instituições ligadas ao Ministério do Ambiente, considerando que condicionam o desenvolvimento do país.

O presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) acusou, esta sexta-feira, no discurso inaugural no congresso da ANMP, em Viseu, entidades dependentes do Ministério do Ambiente de liquidarem «à nascença projectos essenciais».

Muitos dos responsáveis dessas instituições, «eivados por fundamentalismos bacocos, continuam empenhados na protecção desmesurada de espécies como os morcegos, os lobos de Leomil ou as gralhas-de-bico-vermelho mas parecendo esquecer que a primeira espécie que nos cumpre defender é a humana», afirmou Fernando Ruas.

«Não nos intimidamos com este tipo de declarações», até porque «somos os principais defensores e apoiantes das energias renováveis», o que é «demonstrável pela taxa de aprovação de, por exemplo, parques eólicos» em Portugal, disse o secretário de Estado do Ambiente.

Em declarações à TSF, Humberto Rosa considerou «primário e lamentável que haja declarações desconsiderando a importância da conservação da natureza e da biodiversidade» em Portugal.

«Não confundimos as opiniões do presidente da ANMP com opiniões de tantos autarcas que verdadeiramente sabem valorizar e preservar» a natureza, rematou o governante.

AUDIO AQUI »

Autarcas batem o pé


Por: TERESA CARDOSO in "JN"

Congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses desafia Poder Central a dar mais competências a quem está perto do povo.

O líder dos autarcas portugueses, Fernando Ruas, que hoje deverá ser reeleito no congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) que está a decorrer em Viseu, exigiu, ontem, mais competências, autonomia e recursos para as autarquias.

No discurso de oito páginas, que abriu oficialmente o XVIII Congresso da ANMP, Fernando Ruas bateu o pé à Administração Central.

Sem poupar na adjectivação, reclamou que o QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) deixe de ser um mero "slogan", pediu mais autonomia para as autarquias e um papel preponderante do órgão que as representa no Conselho de Estado. Tudo em nome do cumprimento do "princípio da subsidariedade" e em defesa "de um país menos assimétrico".

Fernando Ruas, que hoje será reeleito em lista única (partilhada pelo PSD, PS e PCP) na presidência da ANMP, reclamou uma outra "dimensão política" para o Poder Local. "As indesmentíveis capacidades do municípios no nosso país têm de ser rentabilizadas nas suas imensas e inequívocas mais-valias",declarou.

Criar condições para que a legislação fundamental em vigor adquira o valor de leis orgânicas, é uma reivindicação que Ruas considera capaz de "assegurar a estabilidade que garanta a autonomia municipal de que nunca abdicaremos", avisou.

Os municípios portugueses, pela voz do seu representante, exigem "uma ainda não conseguida coesão económica e social". Uma questão que levou Ruas a pedir para que o QREN deixe de ser um mero slogan "para se transformar num instrumento de trabalho ao serviço do desenvolvimento".

Ruas considerou "inadmissível" que os municípios, com mais de 100 milhões de euros de investimento comparticipado já executado, ainda não tenham recebido qualquer euro de pagamento. Considerando ser esta uma "prova evidente da excessiva burocracia processual e regulamentar em que está mergulhado o QREN".

Os municípios querem o reforço e alargamento de competências noutras áreas que vão para além da Educação: Saúde, Acção Social e Ordenamento do Território. Áreas em que dizem poder assumir o papel de "alavanca" para um "salto qualitativo indispensável para se alcançarem melhores resultados".

A resposta a algumas dessas aspirações, nomeadamente no que respeita à área da saúde, veio logo a seguir de Ana Jorge, a ministra que tutela a pasta, que na dupla qualidade de presidente da Assembleia Municipal da Lourinhã, garantiu que as metas a atingir nos próximos anos implicam várias parcerias com os municípios portugueses.

O governo não escapou ao discurso acutilante do também autarca viseense. Fernando Ruas avisou que muitas câmaras já "excederam as suas capacidades" para ajudar quem precisa.

Desde a educação até ao apoio aos idosos. "Da nossa parte, todos os esforços foram empreendidos. Do lado do Governo, quase tudo ficou por fazer", criticou.

O maior ataque foi desferido contra os "fundamentalismos bacocos" do Ministério do Ambiente. E contra os burocratas "instalados em poltronas lisboetas" que se empenham na protecção desmesurada de algumas espécies, "esquecendo que a primeira espécie a defender é a humana".

Doces Rotundinhas

E quem quer comer "Rotundinha"
tem que ir à Confeitaria Amaral,
só lá é que a tem quentinha


aqui, e por várias vezes, referimos as habilidades e criações pasteleiras do nosso amigo "Zé da Amaral".

Já falámos do novo bolo "Afonsinos" e do "Rotundinhas", uma delícia de pastel, docinho, mas que é light.

O programa "Nós por Cá", transmitido na SIC, também já se entusiasmou com o nosso Pasteleiro

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Mais centro - resultados 2009



No próximo dia 9 de Dezembro, a Comissão Directiva do Mais Centro – Programa Op­eracional Regional do Centro promove, no Centro de Artes e Espectáculos da Figue­ira da Foz, uma sessão pública de apresentação de resultados relativos a 2009.

Nesta sessão pública será feito o balanço global do Mais Centro durante o ano de 2009 e, realizadas duas sessões subordinadas aos temas “Sistema Científico e Tecnológico – Estratégia Regional” e “Comunidades Intermunicipais”.



PROGRAMA

14h00 | Recepção de Participantes

14h30 | SESSÃO DE ABERTURA

Ataíde das Neves - Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz

Alfredo Marques - Presidente da Comissão Directiva do Mais Centro

Membro do Governo

15h00 | 1ª SESSÃO - SISTEMA CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO – ESTRATÉGIA REGIONAL

INOV – C

Seabra Santos - Reitor da Universidade de Coimbra

PARQUE DE CIÊNCIA E INOVAÇÃO

Helena Nazaré - Reitora da Universidade de Aveiro

INOVIDA

João Queiroz - Reitor da Universidade da Beira Interior

Moderador: João Vasco Ribeiro – Comissão Directiva do Mais Centro

16h00 | COFFEE BREAK

16h30 | 2ª SESSÃO - COMUNIDADES INTERMUNICIPAIS CENTROS ESCOLARES

Joaquim Morão - Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco

MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA

Ribau Esteves - Presidente da Câmara Municipal de Ílhavo

PROMOÇÃO DA CULTURA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA

António Rodrigues - Presidente da Câmara Municipal de Torres Novas

Moderador: António Paiva – Comissão Directiva do Mais Centro

17h30 | SESSÃO DE ENCERRAMENTO

Alfredo Marques - Presidente da Comissão Directiva do Mais Centro

Membro do Governo

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

MADE IN... desemprego


António, depois de dormir entre lençóis de algodão (Made in Egipt), começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7 da manhã.


Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café (produced in Colombia) estava a fazer na máquina (Made in Chech Republic), barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China).

Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Thailand) e um relógio de bolso (Made in Swiss).

Depois de preparar as torradas de trigo (produced in USA) na sua torradeira (Made in Germany) e enquanto tomava o café numa chávena (Made in Spain), pegou na máquina de calcular (Made in Korea) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seu computador (Made in Taiwan) para ver as previsões meteorológicas.

Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel), entrou no carro (Made in Sweden) e saiu para, como usualmente à procura de emprego.

Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in Italy), o António decidiu relaxar por uns instantes.

Calçou as suas sandálias (Made in Brazil), sentou-se num sofá (Made in Denmark), serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), ligou a TV (Made in Indonesia), desfolhou o seu jornal (Made in Viseu) e pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL.


Polimotarvis - dia 09 de Dezembro de 2009, vamos fazer sorrir uma criança