in "TSF" Já ouviu falar do projecto Limpar Portugal? Nos últimos tempos têm saído diversas notícias, mas todas são poucas para conseguir juntar o máximo de voluntários que no dia 20 de Março de 2010 se vão juntar para... limpar Portugal! Além de questões ligadas à origem do projecto e à forma como tem estado a crescer, a ideia é saber como ser voluntário. Carlos Evaristo, da organização, é o nosso convidado para nos dar as respostas. Oiça a entrevista aqui
"Nós aceitamos propostas, mas não aceitamos reprimendas deste género"
Fernando Ruas dixit
(na sessão de ontem da Assembleia Municipal, dirigindo-se aos deputados do PS, CDS e BE num tom visivelmente irritado, acrescentando que ficou surpreendido com o "desplante" com que as pessoas subiram ao parlatório)
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À MARGEM
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O Orçamento de 96 milhões da CMV foi aprovado com os votos a favor do PSD e, claro está, com os votos contra do PS, CDS e BE. A curiosidade da votação recai na abstenção dos recém autarcas eleitos, o presidente da junta de Freguesia de Bodiosa, António Oliveira, e o presidente da junta de Freguesia de S. Pedro de France, Fernando Machado (eleitos pelo PS).
Só me ocorre perguntar: ficava-lhes mal votarem a favor ou tiveram medo de votar contra?
A Câmara Municipal de Viseu moveu uma acção judicial contra o Estado por causa de uma escola prometida há quatro anos e que nunca chegou a ser construída, apesar de a autarquia ter gasto mais de dois milhões de euros na compra de um terreno.
Por causa de uma escola básica integrada com segundo ciclo prometida há quatro anos mas nunca construída pelo Governo, o presidente da câmara de Viseu decidiu colocar o Estado em tribunal. Fernando Ruas disse que o Governo assinou livremente esse compromisso e, como tal, deve cumpri-lo. «Não percebemos que alguém assine livremente no Diário da República e depois não queira cumprir», lamentou. Depois da assinatura do acordo, a autarquia gastou 2,5 milhões de euros na compra de um terreno para a futura escola. Fernando Ruas disse ainda recear que o Governo se prepare para dizer que a nova escola de Ranhados não é necessária depois de terem arrancado as obras de requalificação das outras secundárias da cidade.
O procurador-geral da República disse ao Expresso que, se fosse por ele, divulgava as escutas de Armando Vara e José Sócrates. Mas - que chatice - o Conselho Consultivo da procuradoria emitiu um parecer que impede a sua divulgação. O presidente do Supremo Tribunal de Justiça, depois de mandar destruir as escutas, admitiu que a sua decisão era passível de recurso. Mas - que chatice - os prazos de recurso já expiraram. Para alegados inimigos figadais, Pinto Monteiro e Noronha do Nascimento estão neste caso particular em surpreendente comunhão. Não há indícios de prática de crimes por parte de José Sócrates. Não há legitimidade nas escutas a José Sócrates. Donde, importa escolher uma destas três hipóteses: 1) o juiz e o senhor procurador de Aveiro estão avariados da caixa-dos-pirolitos; 2) são tão incompetentes que andaram a ver crimes contra o Estado de direito onde o PGR não vislumbra coisa alguma; 3) são dois peões na gigantesca operação de assassinato de carácter do nosso pobre primeiro-ministro.
Mas agora que Pinto Monteiro concluiu - sozinho?, sem a abertura de um inquérito--crime? - que as conversas entre Vara e Sócrates têm a candura de Cândido, talvez o primeiro-ministro possa partilhar connosco o seu inocente conteúdo, para que não restem quaisquer dúvidas políticas depois de terem sido enterradas as dúvidas criminais. De outra forma, penderá sobre a sua cabeça mais um caso mal resolvido, coisa a que ele certamente já está habituado, mas que ainda assim não me parece ser o mais aconselhável para o bom funcionamento da nossa descredibilizada democracia.
Há quem olhe para tudo isto e prefira bater na comunicação social e na violação constante do segredo de justiça. É uma posição respeitável e com um fundo de verdade: hoje em dia é demasiado fácil manipular aquilo que é publicado na imprensa a partir do obscuro gabinete de um qualquer magistrado, cujas intenções nunca poderão ser avaliadas pelos leitores. Mas, quando nós vemos a justiça de topo a funcionar com a falta de clareza e de dignidade institucional do último par de semanas - já para não falar nos professores de Direito que partilham com a pátria as mais divergentes posições -, não nos podemos deixar de perguntar: será que com um segredo de justiça mais apertado os tribunais funcionariam melhor? Ou, pelo contrário, os poderosos teriam apenas menos trabalho para apagar as pegadas das suas asneiras? É esta pescadinha de rabo na boca que está entalada na garganta da democracia portuguesa. Violar o segredo de justiça pode ser injusto para os inocentes. Mas não violar o segredo de justiça pode tornar tudo ainda mais fácil para os culpados.
PS e PSD chegaram a acordo para a nomeação de nova juíza do Tribunal Constitucional, Catarina Castro : é aluna de doutoramento, filha do deputado socialista presidente da Comissão parlamentar de assuntos constitucionais, faz parte do Conselho Superior dos Tribunais Administrativos (eleita pela A.R.), ex-membro da comissão Nacional de Protecção de Dados (indicada pelo governo), ex-membro, pelo PS, da assembleia municipal da Marinha Grande, ex-jurista do gabinete do presidente do Tribunal Constitucional, ex-adjunta do Gabinete da Secretaria de Estado da Modernização Administração, docente de direito público e administrativo na Universidade de Coimbra.
in "Blasfémias"
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"é aluna de doutoramento, filha do deputado socialista presidente da Comissão parlamentar de assuntos constitucionais" Pergunta: Com este currículo, para que precisa de doutoramento?
Depois de anos e anos a batalhar eis que surgem os primeiros resultados.
· Desde a morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia,
· Ao desaparecimento de Madeleine McCann,
· Ao caso Casa Pia
· Do caso Portucale
· Operação Furacão
· Da compra dos 2 submarinos
· Às escutas ao primeiro-ministro
· Do caso da Universidade Independente
· Ao caso da Universidade Moderna
· Do Futebol Clube do Porto
· Ao Sport Lisboa Benfica
· Da corrupção dos árbitros
· À corrupção dos autarcas
· De Fátima Felgueiras
· A Isaltino Morais
· Da Braga parques
· Ao grande empresário Bibi
· Das queixas tardias de Catalina Pestana
· Às de João Cravinho
· Dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida
. Do processo Costa Freire / Zeze Beleza, quem não se lembra ?
· Do miúdo electrocutado no semáforo
· Do outro afogado num parque aquático
· Das crianças assassinadas na Madeira
· Do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico
· Do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal
· A miúda desaparecida em Figueira
· Todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou
· As famosas fotografias de Teresa Costa Macedo. Aquelas em que ela reconheceu imensa gente 'importante', jogadores de futebol, milionários, políticos.
· Os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran
· Os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal.
· O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.
· E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência
. Os 2M€ que alguém pagou e alguém recebeu no Caso Freeport
. Os "saltos à Vara" para negócios com o Estado...
. etc.
EIS QUE... ...a justiça portuguesa está de Parabéns!
Depois de anos e anos a batalhar surgem agora os primeiros resultados: Prenderam um jovem que fez um download de música
O Primeiro português condenado à prisão por pirataria musical na Internet!...
O Indivíduo poderá passar entre 60 a 90 dias atrás das grades por ter feito o download e partilhado música ilegalmente com outros utilizadores!...
Porra, até que enfim !!!!!!!!!!!!!!
YEAAAAAAAAH!... VIVA!!!!
__________________ À MARGEM __________________ Afinal a justiça não é cega... apenas precisa trocar de lentes! E isto só pode ir para a secção do humor...
Chef no restaurante Quinta dos Frades em Lisboa, Igor Martinho conquistou o primeiro lugar e o título honorífico de melhor cozinheiro de Portugal. O primeiro classificado irá realizar um estágio de um mês num dos mais conceituados restaurantes do mundo - o Noma em Copenhaga, detentor de três estrelas Michelin -, um curso de higiene e segurança alimentar da JohnsonDiversey, entre muitos outros prémios;
A ocupar a segunda e terceira posição encontram-se António Amorim, Cozinheiro de 1ª no Restaurante Feitoria, no Hotel Altis Belém e Patrick Lefeuvre, Chef no Hotel Ritz Four Seasons em Lisboa. Ambos deram provas da sua mestria e profissionalismo ao longo de todo o concurso e, na fase decisiva, subiram ao pódio para recolher o segundo e terceiro prémio. Patrick Lefeuvre foi ainda galardoado com o Prémio Inovação Helmut Ziebell pela sobremesa confeccionada na prova final.
Os oito finalistas tinham a dura missão de convencer cinco júris de prova, cinco júris de avaliação técnica e, pela primeira vez na história do concurso, um especialista em matéria de higiene e segurança alimentar - o engenheiro Juan Barros da JohnsonDiversey.
20 de Novembro de 2009.- A maior e mais importante competição para profissionais de cozinha, encerrou ontem as suas portas com uma cerimónia de entrega de prémios apresentado pela actriz Anabela Teixeira, no Penha Longa Hotel & SPa, no qual foi revelado o nome do grande vencedor do concurso Chefe Cozinheiro do Ano. Apesar da dificuldade na escolha de um único candidato para o primeiro lugar, o júri rendeu-se ao talento do jovem Igor Martinho - Chef no Restaurante Quinta dos Frades em Lisboa -, concedendo-lhe o título de Chefe Cozinheiro do Ano de 2009. António Amorim, Cozinheiro de 1ª no Restaurante Feitoria, no Hotel Altis Belém conquistou o segundo lugar e a ocupar a terceira posição Patrick Lefeuvre, Chef no Hotel Ritz Four Seasons em Lisboa. Patrick Lefeuvre foi ainda galardoado com o Prémio Inovação Helmut Ziebell, com a sobremesa confeccionada na final nacional.
Com a dificuldade acrescida de conhecer os ingredientes para elaboração do menu apenas uma hora e meia antes do início da prova, Igor Martinho conseguiu conjugar harmoniosamente os diferentes produtos e preparar um verdadeiro "manjar dos deuses": a entrada vegetariana era um estaladiço de requeijão com mel, manjericão e pinhões, doce de diospiro perfumado com iogurte e cebolinho; o prato de peixe, robalo crocante com compota de pêra e tomate, sobre miga de batata e creme de alho francês; o prato de carne, perdiz em duas maneiras com puré de castanhas, estufado de cogumelos e molho de vinho tinto e, para finalizar, pudim abade de priscos com crocante de amêndoa, creme de citrinos e redução de Porto doce.
Na qualidade de vencedor e para além do reconhecimento de melhor cozinheiro do ano, Igor Martinho irá realizar um estágio de um mês num dos mais prestigiados restaurantes do mundo - o Noma, de René Redzepi em Copenhaga, detentor de três estrelas Michelin -, um curso de formação em higiene e segurança alimentar oferecido pela JohnsonDiversey, entre muitos outros prémios.
Igor Martinho comenta que "esta vitória vai seguramente influenciar a minha carreira profissional e tenho boas expectativas futuras. O estágio em Copenhaga será também uma etapa importante e que me vai permitir aprender imenso e trazer para Portugal novas tendências, novas ideias e com base na minha experiência anterior, criar e inovar a comida e cozinha portuguesas."
Igor Martinho, António Amorim e Patrick Lefeuvre conquistaram o colectivo de júris, tanto na apreciação técnica como na prova de degustação dos pratos, mas o júri fez questão de salientar que todos os finalistas revelaram ser excelentes profissionais e exímios mestres da arte culinária. Gissur Gudmundsson, Presidente da WACS - World Association of Cooks Societies e júri de prova do CCA, dirigiu o seu discurso com palavras de elogio para todos os finalistas, salientando que "fomos duros como júris e a nossa missão era fazer-vos pensar que não valem nada. Na verdade, o nosso objectivo é preparar-vos para as dificuldades que encontrarão fora da cozinha em que decorreu esta prova mas, efectivamente, todos prepararam pratos maravilhosos".
Na edição deste ano, os oito finalistas tinham de realizar a prova sob a avaliação atenta dos júris de prova Helmut Ziebell, Albano Lourenço, Chefe Executivo na Quinta das Lágrimas, Vincent Farges, Chefe Executivo do Hotel Fortaleza do Guincho, Henrique Mouro, Consultor Gastronómico, Fausto Airoldi, Chefe Executivo do Evolução Gastronómica e Presidente da ACPP, Gissur Gudmundsson, Presidente da WACS - World Association of Cooks Societies e cinco júris de avaliação técnica, Leonel Pereira, Chefe Executivo no Sheraton Lisboa Hotel & Towers, Orlando Esteves, José Cordeiro, Chefe Executivo, Director F&b do Hotel Altis Belém e Manuel Gabriel, Monitor da Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa - e, pela primeira vez na história do concurso, um especialista em matéria de higiene e segurança alimentar - o engenheiro Juan Barros da JohnsonDiversey.
A final nacional decorreu no dia 18 de Novembro nas instalações da ACPP, em Lisboa, na qual os concorrentes dispunham de uma hora e meia para pensar no menú que iriam confeccionar (após revelados os ingredientes surpresa) e cinco horas para preparar quatro pratos: uma entrada vegetariana, um prato de peixe, um prato de carne e uma sobremesa.
Para além dos vencedores acima mencionados, merecem destaque os restantes cinco finalistas do Chefe Cozinheiro do Ano de 2009:
Bruno Neves (Hotel Ritz Four Seasons), Gonçalo Costa (Restaurante Eleven), Marlene Vieira (Sub-Chefe do restaurante Hotel Campo Real, Pedro Sequeira (Restaurante Panorama) e Rui Fernandes (Hotel Grande Real Villa Itália).
O concurso Chefe Cozinheiro do Ano é organizado pelas Edições do Gosto e pela INTER Magazine e tem como patrocinador institucional o Turismo de Portugal. Os patrocinadores oficiais do evento deste ano foram a JohnsonDiversey, Makro e Unilever Food Solutions.
No próximo dia 3 de Dezembro, pelas 17h, no Auditório (pequeno) do Instituto Politécnico de Viseu (IPV) acolhe o Lançamento do Livro "Faça da Vida Um Sonho na Terra", da autoria de Vara Branco.
Editora: Chiado Editora
(«A Chiado Editora é uma jovem casa de edição, fundada por três escritores, que em pouco mais de dois anos se tornou numa editora de referência no âmbito da criação literária em Portugal. Adoramos livros, os editados por nós, e muitos editados por outros. Vivemos nas nuvens, mas descemos à terra, de vez em quando, e editamos obras-primas. E também alguns dispates»)
A MASAC e a Quadchamps de Diogo Mendes e João Nazareth relançaram o saudoso Troféu da marca agora com o nome de POLARIS CHALLENGE.
Este é um troféu desportivo para Quadriciclos (Quads), regido pelo regulamento do Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno (regulamento a aplicar aos Quads), Troféu Nacional de Cross-country.
Calendário das provas: - realizadas 11-12 Julho - CNTT – Raide do Marco (2 pontuações) 26-27 Setembro – CNTT - Rali de Castelo Branco (2 pontuações) 29-31 Outubro - CNTT – Baja Portalegre (1 pontuação)
- a realizar 22 Novembro - TNCC – Ourém (1 pontuação) 6 Dezembro - TNCC – GP Quadmania (1 pontuação)
Das 5 provas calendarizadas, faltam cumprir duas e a próxima é já amanhã e conta com António Salgueiro, um piloto Sampedrense, na conquista pelo primeiro lugar.
Depois de 4 épocas na Honda, Salgueiro decidiu-se este ano lutar pelo título do Troféu Polaris Challenge.
Segundo o piloto este campeonato "está a ser bastante duro" para ele, uma vez que a sua actividade profissional é na Suiça, o que o impede de treinar como gostaria. A última prova, a BAJA de Portalegre não correu de feicção, mas diz o piloto "estar disponível para a luta", a mesma luta que tem vindo a dar frutos e que deixa António Salgueiro com motivos para sorrir, pois está na primeira posição, com mais um ponto que o segundo, e a um passo de vencer o Troféu, necessitando para tal vencer a prova de amanhã em Ourém.
Depois de Domingo fica a faltar a prova em Santiago do Cacém, marcada para 6 de Dezembro.
Estas duas últimas provas contam para o nacional Cross Country.
QUEM É QUEM
Nome:António Salgueiro
Naturalidade:S. Pedro do Sul
Actividade desportiva: Piloto de Moto 4 (Quad), do TEAM Termas S.Pedro do Sul, Multitécnica MIL T.T
Já aqui falamos dopasteleiro viseense, José Carlos Ferreira, e da sua colecção de recordes do Guiness, mas hoje queremos falar do Artista José Carlos Ferreira. "Zé da Amaral", nome pelo qual é conhecido em toda a cidade de Viseu, é um Pasteleiro com verdadeira Alma de Artista. Desde cedo se ligou ao mundo dos bolos e das massas de pão, na tenra idade dos 16 anos, altura em que foi trabalhar para a "Confeitaria Amaral". Sempre ligado à mesma casa, Zé Carlos acabou por ser o seu proprietário e a sua forte capacidade de trabalho, empenho na profissão e sede de aperfeiçoamento fizeram dele um recordista do Guiness. Hoje, e com um currículo invejável por muitos, o pasteleiro viseense tem todos os motivos para se sentir orgulhoso de si e do seu trabalho. E a cidade de Viseu, mais orgulhosa deve estar por ter em Zé Carlos um viseense que leva o nome da sua cidade aos quatro cantos de Portugal. Do pão aos bolos, do acúçar ao chocolate, Zé Carlos é incansável na arte de confeccionar e inventar, como é o recente caso dos "rotundinhas" e dos "afonsinos", mais dois doces patenteados e registados pela Confeitaria Amaral, e que se juntam aos Viriatos e pastéis de feijão.
Os "rotundinhas" são feitos com uma base de ovo, com menos 22% de açúcar, um doce light mas bastante saboroso.
O "afonsino" é uma homenagem ao primeiro Rei de Portugal, cujos recentes debates apontam Viseu como berço.
E para quem pensa que para se ser pasteleiro basta amassar a massa, o nosso amigo "Zé da Amaral" dá verdadeiras lições na área, mostrando que ser pasteleiro também é ser artista. E prova disso é a sua última criação, uma estátua do Marquês de Pombal, feita à escala real, e que fez as delícias do público e colegas de profissão que tiveram o privilégio de assistir à sua construção na I Mostra Doceira em Vila Real de Santo António.
Mas, o artista José Carlos Ferreira não fica por aqui. Da construção do Museu do Açúcar já se falou, do busto do conhecido ciclista Joaquim Agostinho, também, da estátua do Marquês idem. Já só falta mesmo falar da réplica de uma casa Algarvia, construída em açúcar e que está quase, quase pronta, e que brevemente será exposta na vitrina da sua pastelaria ali na Rua Alexandre Lobo. Esta réplica, em miniatura, bem como todos os outros trabalhos, são as confirmações de que a arte também é doce, e Zé Carlos, o pasteleiro, é um Artista. Artista, sim, e doceiro, mas porque apenas escolheu como material de trabalho algo diferente do barro e da pedra, escolheu o açúcar e o chocolate.
Até lá, vamos fisgando o olho a algumas peças feitas em açúcar e massa de pão, totalmente nascidas da mão do artista, o “Zé da Amaral”.
Ao nosso amigo viseense, José Carlos Ferreira, um grande Bem-haja, por tudo o que tem feito pela nossa cidade Museu, e pelo nome Viseu.
Texto e fotos: Cláudia Sofia
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À MARGEM ________________ excerto da reportagem de Miguel Carvalho, na Revista Visão Gourmet de 19/11/2009
Viriatos e rotundinhas “É tanta coisa boa que a gente nem sabe para onde se virar”.
O desabafo de gulodice da clientela da Confeitaria Amaral, em Viseu, não engana. Nem uma passerelle ofereceria tanta criatividade e variedade para consolo das vistinhas. Pão de azeite, bôla de carne em vinha d´alhos, escangalhado folhado com frutos secos, cavacas gigantes que fazem a cama a um Vinho do Porto, pastéis de feijão, castanhas de ovos e a novidade do momento: um pastel de massa folhada, creme de ovos e amêndoas por quem os clientes andam à roda e que dá pelo nome de…rotundinha. “É uma homenagem às rotundas de Viseu, que são muitas”, brinca José Carlos Ferreira, o rosto bem-disposto da casa, herdeiro dos talentos do fundador – o senhor Amaral – além de leal servidor dos apetites mais exigentes das redondezas.
“Passo a vida a inventar, nasci para isto”, confessa. Volta e meia, é vê-lo enfiado em cursos de açúcar com doutores em práticas de elevado teor calórico. Tem uma broa de 402 metros no Guiness e umas quantas esculturas de comer com os olhos no currículo. No dia em que a VISÃO o visitou, andava às voltas com os planos de uma estátua do Marquês de Pombal para levar a um concurso internacional. “Em chocolate e de tamanho real”, para que conste.
Com a avó, em Fragosela de Cima, aprendeu a amassar o pão. Daí para a cozinha, ainda miúdo, viu-se pasteleiro num instantinho. “Sempre gostei de mexer na massa, passava a vida a fazer bonecos”. A cara, o jeito, o brilhozinho nos olhos quando fala de açucares e gemas, deixam perceber que só esta profissão o deixa em ponto-rebuçado. “Isto é arte e ciência”. Quem duvida?
A marca registada do estabelecimento fala por si. Chama-se Viriato e é um doce de ovos triangular, com coco por cima, que se desfaz, macio, na boca. De fabrico artesanal, o pecado atrai gentes de várias latitudes que só a muito custo evitam empanturrar-se. “Não sei o que ele lhes faz, mas são deliciosos”, rende-se Clara Natal, antes de antecipar o regresso a Tondela. Do lado de lá do balcão, Paula Rosa, Paula Maria e David Afonso, não têm mãos a medir, tantas são as bocas para servir. Enquanto isso, José Carlos vai alimentando sonhos como claras em castelo. O maior deles é o Museu do Açúcar, a construir lá para 2011, logo que acabem as burocracias e comece a fase de ensaiar as doçuras. Mascote já há: o Gula. Porque será?
O Conselho de Ministros nomeou hoje os novos governadores civis para os 18 distritos de Portugal Continental. Na lista, surgem dez novos nomes e oito mantêm-se no mesmo cargo.
Em ViseuBernardo Ginestal Machado Monteiro Albuquerque substitui Alcídio Martins Faustino.
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Editorial da edição de Novembro do Jornal Made in Viseu, (16/11/2009) Por: herculano da costa (director)
(...)2.Ninguém me tira da cabeça que o dr. Miguel Ginestal deveria assumir o cargo de Governador Civil do Distrito de Viseu, não amanhã ou depois, não em futuro próximo, seja ele qual for, mas já.
O que se está a passar não é dignificante para ninguém: não o é para a Direcção Nacional do partido, não o é para a Direcção Distrital, não o é, sobretudo, para a figura do prof. Alcídio Martins Faustino, que se viu na contingência de assumir a vaga deixada por Acácio Pinto e que, portanto, digo-o sem hesitação, melhor sorte mereceria.
Não foi, certamente, a Direcção Nacional do PS que tirou Alcídio Faustino de Mangualde e o pôs a secretariar o Governador Acácio Pinto. A Direcção Nacional do PS, eventualmente, não conhecia nem nunca ouviu falar de Alcídio Faustino, e, portanto, o cargo na Ave. Alberto Sampaio deve-o ele à perspicácia e camaradagem de Acácio Pinto.
Acácio Pinto escolheu seguir a sua vida por outros caminhos, decidiu ocupar o seu lugar de deputado na Assembleia da República e, portanto, o seu cargo deveria ter ficado em aberto até que os responsáveis locais do PS, ‘concelhia’ e ‘distrital’, apontassem um novo nome (normalmente são três os nomes indicados) e a Direcção Nacional subscrevesse esse nome.
Tenho a forte impressão de que me vão dizer que foi exactamente assim que tudo aconteceu. Mas a ideia que milita na cidade é que o Governo Civil está hoje ocupado por um indivíduo que foi o secretário de Acácio Pinto e eu, com o respeito devido e não regateado à pessoa de Alcídio Faustino, perfilho dessa mesma visão.
Voltando a Miguel Ginestal, não vale que ele possa vir a assumir o cargo de Governador num amanhã qualquer, como ‘corre por aí’. Terá de ser já. E terá de ser já porque as pessoas têm de (con)viver com e em dignidade e, como já referi, nada disto dignifica ninguém.
Miguel Ginestal foi candidato à Câmara Municipal de Viseu, uma vez mais, e cumpriu com rigor e vigor tudo o que o partido poderia exigir dele e o que naturalmente, na globalidade, se pode exigir de um candidato que se quer frontal e aguerrido. Não foi para a Assembleia da República, onde estava como outros lá estão, porque a ‘bola’ lhe foi retirada a meio do campeonato e porque o mandaram, sem razão nem justiça, para o balneário.
… e agora querem que ele vá de novo dar aulas para a Escola? querem que ele vá para secretário do Secretário de Estado José Junqueiro?!...
Este PS, mais para os seus que para os outros, é muito mauzinho.
A pedido de várias famílias, amigos, gayzolas, simpatizantes da homossexualidade, e outros que nem gostam de 'paneleiragens', reproduzimos aqui o artigo publicado no Jornal Made in Viseu, edic. 7, de 16 de Novembro de 2009.
A autoria é de herculano da costa.
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paneleirices
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O Partido Socialista, que saiu vitorioso das recentes eleições legislativas, retomou a ideia do casamento entre homossexuais. Acho bem. Acho bem que a paneleiragem tenha os seus direitos, como todos os outros têm, e possam livremente dar o que quiserem e a quem quiserem – desde que não dêem o meu, é claro. No entanto, pessoalmente, eu acho muito estranho que o partido liderado por José Sócrates se importe tanto com o matrimónio gay e nada diga sobre o respectivo divórcio. Sobressalta-me imenso imaginar que um qualquer rabeta tenha de aturar, contra a vontade e para o resto da vida, outro qualquer rabeta, apenas porque o PS olvidou a necessária legislação sobre o assunto. O direito das bicholas andarem por aí a dar o pacote uns aos outros, e da legalização desse direito perante a sociedade, não pode servir de justificação ao Governo para obrigar alguém a manter uma união indesejada, para obrigar uma pobre bicha a continuar agachada por entre coxas que já deixou de curtir.
Se o casamento é fundamental para os gays, e é próprio das civilizações modernas e democráticas, o divórcio também o é. Até porque ninguém pode conhecer as delícias do divórcio se não houver casamento.
Em Paris, por exemplo, valorizam-se justamente as delícias do divórcio, fazem-se festas sumptuosas a propósito, e não é por acaso que acabaram de se abrir ali as portas do 1º Salão de Divórcio e Viuvez. Os franceses reconhecem o valor e o alto simbolismo da ‘desunião de facto’, até porque, segundo as estatísticas mais recentes, há registo de 134 mil divórcios/ano. Portanto, se formos a ver bem as coisas, o casamento só se justifica porque as pessoas querem celebrar o divórcio!
Recordemos o que se passou com aquela gaja DJ, a Solange, que vivia com outra gaja uma relação ‘de sonho’ e que de repente aparece grávida sabe-se lá de quem… E agora? E se estivessem casadas? A namorada tinha de aturar o filho que a outra foi fazer ao Algarve entre uns ‘shots’ e umas caipirinhas?!
Teoriza-se muito sobre a questão do alarilamento em Portugal, mas os nossos políticos parecem esquecer-se de que os portugueses sempre foram de ‘boa boca’, comem tudo e de tudo – desde tremoços a costeletas de crocodilo, desde caracóis a baleias -e não conseguem purificar o ADN herdado das ancestrais civilizações canibalescas.
Comer ou não comer, nunca foi, para o portuga, dilema shakespeariano.
O PSD anda dividido e não só pela eterna questão da liderança. Agora também não sabe o que há-de fazer ao problema do casamento gay. Dizem os jornais que há quem defenda um referendo em toda e qualquer circunstância e há quem admita que, no caso de se excluir a questão da adopção, pode avançar-se com o projecto-lei para consagrar a união civil registada.
Está tudo muito bem, mas o meu receio é a ideia, algo generalizada, de que quando se começa a questionar muito algum assunto já para lá se caminha e preocupa-me que alguns desses políticos acabem por ficar, também eles, uns panholas armados em metrossexuais, tipo melros chorões e de bico curto.
Mais importante, seria, por exemplo, que o Governo se deixasse de paneleirices e pensasse em legislar no sentido de se controlarem os custos no acesso à prostituição para gajos carenciados e de poucos recursos. Esta ideia dos custos controlados iria, no curto prazo, regulamentar e até moralizar o mercado do putedo, abriria de imediato novas oportunidades e, consequentemente, contribuiria significativamente para a estabilização de um sector que se debate com uma enorme crise de há umas décadas para cá.
O equilíbrio financeiro desta medida, que passaria também pela concessão de subsídios mensais – medida mais justa e ajustada que a do Rendimento Mínimo ou de Reinserção Social - podia ir-se buscar às receitas da prostituição média-alta, tipo Carolina Salgado ou aos travestis que foram apanhados na cama com o Cristiano Ronaldo.
As preocupações de José Sócrates e do seu Governo face aos casamentos gay não me parecem ser tão importantes como esta minha ideia do subsídio aos gajos carenciados que querem e não podem ir às putas, sendo obrigados a andar pelos cafés a emborcar ‘mines’, a causar desacatos e a chatear toda a gente, polícia incluída, como ainda recentemente aconteceu ali no ‘Água Benta’, tarde de noite, em que uma gaja bebeu até cair em coma, de figura triste e descomposta (‘tá bem que era uma gaja, mas as gajas também têm o direito de sofrer com a falta daquilo que mais falta lhes faz, ou não?!).
Voltando aos gayzolas, acabo de saber que a ILGA decidiu distinguir o Ricardo Araújo Pereira (Gato Fedorento) «por contribuir para uma democracia mais aberta». Fico sempre de pé atrás quando esta malta fala de ‘aberturas’ pois nunca tenho a certeza ao que se referem. Conheço alguns gajos que começaram por argumentar que não há mal nenhum em dar o cú por um amigo – e eu a pensar que isto era figurativo - e passado pouco tempo já andavam a dá-lo até pelos inimigos. Literalmente e sem travões.
Não posso deixar de reflectir na acutilância do que o povo diz: quem gosta de pilas são os rabetas! as mulheres do que gostam é de dinheiro e cartões de crédito, e de preferência dourados.
Para mim, os cartões de crédito são como meus filhos: não os divido com ninguém e sei que tenho o dever sagrado de os alimentar e mimar todos os dias, nem que para isso tenha de ir pedir emprego ao sucateiro Manuel Godinho ou ao igualmente sucateiro Armando Vara.
Quando o tema é gajas, estou como dizem os brasileiros: «se não é para me fazer voar alto, nem tire meu pé do chão».
Ainda na linha do sensato e esclarecido raciocínio popular, as mulheres existem para um gajo as levar para a cama e lhes pôr as calças em cima; não existem para serem compreendidas. Aliás, elas próprias reclamam: ‘ama-me… não me queiras entender’. E para bom entendedor, já se sabe que o ‘ama-me’ surge aqui no sentido do ‘salta-me p’rá espinha’, porque nenhuma gaja às direitas quer um gajo que a ame e que não lhe afiambre os buracos meia-dúzia de vezes por dia.
“Famosas portuguesas despem-se por pouco dinheiro”, diz o CM de Domingo passado. Fico pasmado: então mas isso é notícia de capa? Isso é novidade para alguém? Toda a gente sabe que elas o que querem é tirar a roupa e tirar-nos do sério e fazem isso de borla (as que não são famosas fazem-no igualmente). Fazem-no de dia, de noite e à hora do meio-dia, continuadamente no tempo, e não por prazer ou luxúria mas por maldade premeditada. O pior é que depois de despidas custam muito a manter e isso é que já seria tema de notícia a desenvolver, pois a esmagadora maioria dos divórcios tem mais a ver com impossibilidades económico-financeiras do que falta de amor.
É muito difícil, hoje em dia, com a crise que se instalou em Portugal, manter uma gaja ao nosso lado. Sobretudo se ela for do género de andar em Institutos de Beleza até ficar com a cara tipo pele-de-cona-de-andorinha pintada de vermelho-puta ou se já trouxer melamonas nas mamas e precisar de andar nos hospitais dia-sim-dia-não, mais pelos apalpanços dos médicos que pela doença em si mesma.
E se é verdade que «bonito, bonito, são os tomates a bater no pito», também é verdade que «vergonha é ter mulher e não ter em quem se ponha».
As mulheres são assim tipo canoa: precisamos dela para atravessar o rio, mas é impensável que alguém seja suficientemente estúpido para continuar a carregar com a canoa às costas depois de atingir a outra margem. Sabemos que vivem na convicção de que precisamos delas e penso que um gajo não deve contar-lhes a verdade. Não devemos dizer-lhes que após a travessia do rio o que a gente quer é não voltar a ver a canoa delas durante um período de tempo, género ‘quaresma’.
Dar uma caibrada numa gaja, para um gajo, passa-se assim ao nível do sublimar de um sentido ingente de propriedade, momentâneo, fugaz e sem aquela parte chata da escritura notarial.
Depois, há aquelas que se armam em finas, não tiram as botas no primeiro encontro e ficam à espera que o gajo ligue no dia seguinte.
- Ligas amanhã?
- Claro! Eu amanhã ligo-te.
E um gajo nunca mais liga, claro! E ela que até foi ao cabeleireiro, que até comprou umas cuecas novas, que fez a depilação e tirou as peles secas dos calcanhares, fica agarrada ao telemóvel que não dá sinal de vida.
É dos livros que «A vida é o que acontece enquanto fazemos outros planos». E é mais que sabido que enquanto algumas xoxas fazem planos, os gajos montam-se em cima de todas as gajas que aparecem pelo caminho e que aparentemente nada mais têm na cabeça do que a vontade de abrir o espírito e o mais que lhe fica à volta. Assim, a ‘Moral’ a retirar só pode ser esta: no primeiro encontro não te armes em cão com pulgas e dá! Mas dá mesmo e com gana, porque se o gajo não te telefonar, o que é o mais certo, pelo menos tu deste uma caibrada bem dada, tiraste da fome as aberturas e vais-te sentir bem contigo própria por uma semanita ou assim. E, pelo menos, mais que não seja, já tens assunto para as cuscas das tuas colegas se roerem de inveja lá na escola ou no shoping onde trabalhas.
O estudante de 22 anos suspeito de ter matado a namorada, encontrada no interior de um carro junto à Barragem de Fagilde, em Mangualde, confessou a autoria material do crime, disse hoje à Agência Lusa fonte da PJ.
Segundo a mesma fonte, apesar de o jovem não ter contado alguns pormenores, confessou o essencial: "que a matou com algo contundente de metal" e que "atirou o carro pela ravina".
"Há pormenores que não contou, mas ele próprio estaria desorientado, porque fomos a vários locais e estava um bocado perdido no terreno", acrescentou.
O crime terá ocorrido no contexto de um conturbado namoro de cinco anos, «com muitas cenas de ciúmes pelo meio e uma relação mútua muito possessiva», referiu à Lusa a mesma fonte. Há poucos dias terá sido colocada a hipótese de acabarem a relação, «mas terão tentado reatar e, desta vez, foi pior», acrescentou.
Foi uma noite de azar para um jovem assaltante. Magro, o rapaz, de 22 anos, romeno, tentou entrar num supermercado de Almancil, em Loulé, no Algarve, por uma estreita janela. Ficou entalado e só foi solto na manhã seguinte. Para ser logo detido pela GNR.
As autoridades acreditam que seriam umas 23h00 de sábado quando o assaltante retirou a grade que protegia a estreita janela lateral do supermercado Ali Super. Por ali o jovem romeno conseguia chegar ao armazém do estabelecimento, que pretenderia assaltar. Mas tirou mal as medidas. Apesar da constituição estreita, o rapaz ficou entalado no pequeno espaço – que não terá mais de 40 cm. E lá ficou mais de 11 horas.
Já passava das 07h00 quando António Simões Oliveira, proprietário do supermercado, encontrou o assaltante. 'Ao abrir o estabelecimento as moças disseram-me que estava um homem ali na cave', conta. Trancou a porta e dirigiu-se à rua. 'Foi quando dei com o espectáculo: um homem atravessado na parede com as calças meio despidas.'
Acredita-se que entre as várias tentativas para se soltar o jovem terá despido as calças. Acabou por desistir e passar a noite com metade do corpo fora e a outra metade dentro do supermercado.
A GNR foi chamada ao local, mas também não conseguiu soltar o assaltante. Foram então alertados os Bombeiros de Loulé, e depois de ser desmontada a estrutura da janela por dentro e destruída parte da parede conseguiu-se libertar o jovem. Isto depois das 09h00, quando dezenas de pessoas já se acumulavam na rua.
O assaltante acabou por gozar a liberdade por pouco tempo. Mal foi solto da janela recebeu ordem de detenção por ser 'apanhado em flagrante em tentativa de furto', disse fonte do Comando de Faro da GNR.
A mesma fonte da Guarda referiu ainda que o detido pertence a 'uma comunidade de Almancil referenciada por furtos a estabelecimentos e residências'.
Vitória da equipa das "quinas" em Zenica (0-1), sobre a Bósnia-Herzegovina, com um golo solitário de Raúl Meireles depois de uma 1ª Parte verdadeiramente estóica e de uma 2ª Metade inspirada e avassaladora dos comandados de Carlos Queiroz. Agora sim: Portugal está no Mundial 2010.
Portugal qualificou-se, esta noite, para o Mundial 2010, depois de nova vitória por 1-0 sobre a Bósnia-Herzegovina, na 2ª Mão dos playoff de apuramento para o campeonato do mundo da África do Sul, assegurando, pela terceira vez consecutiva, o acesso a uma fase final da principal prova de selecções.
Em Zenica, perante um ambiente extremamente adverso, a equipa das "quinas" foi sempre superior a um adversário que demonstrou todas as suas fragilidades em termos defensivos e, após uma 1ª Parte de maior gestão da parte de Carlos Queiroz, a 2ª Metade reservou uma exibição espectacular dos jogadores nacionais, com boa acutilância e dinâmica ofensiva.
Aos 55', Raúl Meireles assumiu o papel de herói do jogo, ao marcar o único golo da noite no Estádio Bilino Polje, depois de uma boa desmarcação de Nani.
Até ao final, tudo controlado por parte de Portugal.
Após 12 jogos de qualificação, a equipa das "quinas" concretiza o sonho de mais de 10 milhões de portugueses: uma presença no Mundial 2010.
Portugal a caminho do Mundial 2010: Meireles abre o activo em Zenica aos 55'. Uma partida que tem relato na Renascença e acompanhamento das principais incidências aqui, em directo.
0-1 aos 55' – Golo de Portugal Jogada de insistência do ataque de Portugal, com Liedson e Nani a combinarem bem e, depois de uma bola perdida na grande-área, Meireles não falhou na cara de Hasagic. Ficha de Jogo
Mundial 2010 - 2ª Mão do Playoff de qualificação Estádio Bilino Polje, Zenica (Bósnia-Herzegovina) Árbitro: Roberto Rossetti (Itália)
Bósnia-Herzegovina Hasagic, Nadarevic, Jahic, Pandza, Bajramovic, Pjanic, Ibricic, Salihovic e Medunjanin; Dzeko e Ibisevic. Suplentes: Begovic, Mravac, Mirvic, Berberovic, Milenkovic, Damjanovic e Muslimovic. Seleccionador: Miroslav Blazevic.
Portugal Eduardo; Paulo Ferreira, Bruno Alves, Ricardo Carvalho e Duda; Raul Meireles, Pepe e Tiago; Nani, Liedson e Simão Sabrosa. Suplentes: Hilário, Miguel, Deco, Rolando, Miguel Veloso, Edinho e Hugo Almeida. Seleccionador: Carlos Queiroz.
A Câmara Municipal de Mangualde procedeu recentemente à assinatura de contratos-programa com diversas associações desportivas locais que, ao longo dos tempos, têm vindo a potenciar a prática desportiva a centenas de jovens. O município justifica o apoio com a necessidade de manter, apoiar e desenvolver essa actividade.
O recém-eleito presidente da Câmara Municipal de Mangualde, João Azevedo, reuniu recentemente com os responsáveis de várias associações desportivas do município com vista à assinatura de protocolos de apoio financeiro. "Uma das atribuições das autarquias locais é promover o que diz respeito aos interesses próprios, comuns e específicos das populações, designadamente a cultura, tempos livres e desporto", justificou o edil, acrescentando que "é fundamental desenvolver, de forma regular e sistemática o apoio às camadas jovens dos diversos clubes, criando as bases para um futuro melhor".
Associações apoiadas Numa cerimónia simples, realizada no Salão Nobre dos Paços do Concelho, foram assinados contratos-programa de desenvolvimento desportivo com o Estrela do Mondego Futebol Clube de Abrunhosa-a-Velha, o Moimenta do Dão Futebol Clube, a Secção de Atletismo e Pesca de Competição da Casa do Povo de Mangualde, a Associação Cultural e Desportiva de Santiago de Cassurrães, o Grupo Desportivo de Mangualde e o Gigantes Sport Mangualde.
Estes contratos visam proporcionar aos intervenientes as condições para uma actividade desportiva equilibrada e sustentada.
Uma rapariga foi encontrada morta, com um saco na cabeça, no interior de um veículo que se encontrava no fundo de uma ravina, no concelho de Mangualde. As autoridades estão a investigar o caso.
O comandante dos bombeiros locais, Carlos Carvalho, disse à Lusa, que o carro se encontra perto de um acesso à barragem do Fagilde, e que foi alertado pela da GNR, por volta das 6:00. A guarda teria sido alertada, de acordo com a agência horas antes, às 2:45, pelo dono de um café de Fagilde, perto de onde foi encontrado o namorado da rapariga morta.
«O carro caiu numa ravina e tem uma mulher lá dentro. Estamos no local a aguardar a chegada da Brigada de Homicídios», disse a fonte dos bombeiros à Lusa, às 9:30, explicando que o veículo está no fundo de uma ravina, perto do rio Dão. A jovem, com 20 anos, foi encontrada lá dentro, com um saco na cabeça, sem vida.
A agência Lusa adianta, citando uma fonte policial, que o namorado da jovem disse que ambos foram vítimas de um sequestro em Viseu, e que ele terá sido forçado a tomar uma substância. A agência refere que este relato levantou suspeitas junto das autoridades.
Jovem tinha 20 anos Corpo da jovem foi removido
O corpo da jovem que foi encontrada esta manhã sem vida e com um saco na cabeça na barragem de Fagilde, em Mangualde já foi removido pelas autoridades às 13h30. Por outro lado, o namorado da rapariga estará a ser interrogado pela Judiciária.
A jovem que tinha 20 anos foi encontrada sem vida dentro de um carro que foi atirado para a barragem de Fagilde, em Mangualde, cerca das 06h30 da manhã por uma patrulha da GNR. A vítima tinha um saco na cabeça e terá morrido por asfixiamento.
O corpo foi removido pelas 13h30 e transportado para o hospital de Viseu onde deverá ser autopsiado.
O caso começou ontem à noite quando o namorado da jovem foi encontrado perto do local pela GNR cerca das duas horas da madrugada. O jovem disse que tinha sido assaltado, estava desorientado e mostrava sinais de agressão. Foi transportado para o hospital de Viseu e neste momento estará a ser interrogado pelas autoridades.
A vítima, tal como o namorado, estudava no Instituto Politécnico de Viseu.
No exterior do England 's Bristol Zoo existe um parque de estacionamento para 150 carros e 8 autocarros. Durante 25 anos, a cobrança do estacionamento foi efectuada por um muito simpático cobrador.
As taxas eram o correspondente a 1.40 € para carros e 7.00 € para os autocarros. Um dia, após 25 sólidos anos de nenhuma falta ao trabalho, o cobrador simplesmente não apareceu.
A administração do Zoo, então, ligou para a Câmara Municipal e solicitou que enviassem um outro cobrador. A Câmara fez uma pequena pesquisa e respondeu que o estacionamento do Zoo era da responsabilidade do próprio Zoo, não dela. A administração do Zoo respondeu que o cobrador era um empregado da Câmara. A Câmara, por sua vez, respondeu que o cobrador do estacionamento jamais fizera parte dos seus quadros e que nunca lhe tinha pago ordenado.
Enquanto isso, descansando na sua bela residência nalgum lugar da costa da Espanha (ou algo parecido), existe um homem que, aparentemente, instalou a máquina de cobrança por sua conta e então, simplesmente começou a aparecer, todos os dias, cobrando e guardando as taxas de estacionamento, estimadas em 560 € por dia... durante 25 anos!!! Assumindo que ele trabalhava os 7 dias da semana, arrecadou algo em torno de 7 milhões de Euros. E ninguém sabe, nem sequer, seu nome ...!!
Rua da Ponte de Pau - Viseu
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Boas notícias, tão boas que até merecem uma edição extra! Finalmente a
câmara municipal mandou substituir os pilaretes que delimitam a via
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eu pago a taxa!»...
...José Carlos Almeida, o vereador...
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A semi-final do Concurso Yé-Yé tinha sido extenuante. Correra muito bem e o
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